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empresaria de paulo afonso
Um caso tratado como suspeita de feminicídio foi registrado na manhã deste domingo (22), em um hotel localizado no bairro Coroa do Meio, em Aracaju (SE).
Segundo o PA4, parceiro do Bahia Notícias, a vítima foi identificada como Flávia Barros, uma empresária de Paulo Afonso, no Norte baiano. O principal suspeito do crime é Tiago Sóstenes Miranda de Matos, atual diretor do Conjunto Penal de Paulo Afonso, que tentou tirar a própria vida depois.

Foto: Reprodução / PA4
De acordo com informações preliminares, policiais militares foram acionados por volta das 5h20 após relatos de disparos de arma de fogo no local. Ao chegarem no lugar indicado, os agentes encontraram a porta do quarto arrombada e duas pessoas feridas sobre a cama.
Uma ambulância do Samu foi acionada e constatou o óbito da mulher ainda no local. A análise inicial das autoridades aponta para um possível caso de feminicídio, além de indícios de tentativa de suicídio por parte do suspeito.
Tiago Sóstenes foi socorrido e encaminhado ao Hospital de Urgência de Sergipe (Huse), onde permanece internado na ala vermelha, setor destinado a pacientes em estado grave. Até o início da tarde deste domingo, não havia mais informações sobre o estado de saúde dele.
Durante a ocorrência, uma pistola calibre .40 foi apreendida. As circunstâncias do crime seguem em apuração. A Secretaria de Administração Penitenciária da Bahia (Seap-BA) ainda não se manifestou sobre o ocorrido.
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André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.