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emmanuel petit
As provocações do goleiro Emiliano Martínez continuam gerando repercussões fora das quatro linhas. Desta vez, o alvo do argentino foi o PSG, durante a derrota do Aston Villa por 3 a 1 no jogo de ida das quartas de final da Liga dos Campeões. As referências aos títulos da Argentina, incluindo a conquista da Copa do Mundo de 2022 sobre a França, não agradaram Petit, ídolo da Seleção Francesa.
Campeão mundial em 1998, Emmanuel Petit reagiu com duras palavras às atitudes de Dibu. Em participação no podcast Rothen s’enflamme, da RMC, o ex-volante não poupou críticas.
"Emiliano Martínez disse recentemente que não ultrapassa limites. Ele precisa ir a um psiquiatra porque não temos a mesma definição do que são limites. Francamente, esse homem deveria aprender a controlar-se emocionalmente", disparou.
Petit foi além e afirmou que o goleiro tem ultrapassado os limites da provocação esportiva.
“Não deve ser desrespeitoso ou agressivo. Parece que em cada jogo esperamos algo fora dos limites. É um grande goleiro, mas por onde passa deixa uma imagem provocativa. Já foi longe demais. É o suficiente. Sou o primeiro a aceitar que a provocação faz parte do futebol e da vida, mas não deve transformar-se em difamação constante", completou.
A rivalidade entre franceses e argentinos tem ganhado novos contornos desde a final da Copa do Mundo de 2022, e os episódios recentes têm intensificado esse clima.
PSG e Aston Villa voltam a se enfrentar nesta quarta-feira (17), às 16h (de Brasília), no Villa Park, na Inglaterra. O time francês busca segurar a vantagem para garantir a vaga na semifinal da Champions League. A partida será transmitida pela TV aberta no SBT e via streaming na plataforma Max.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"Lula vai ficar do lado de criminosos?"
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula.