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embaixador do turismo
O jornal norte-americano The New York Times revelou detalhes do contrato do atacante Lionel Messi como embaixador do turismo da Arábia Saudita. O craque argentino pode receber até 22,5 milhões de euros, o equivalente a R$ 117 milhões, por três anos. Ele ganhará US$ 2 milhões (R$ 9,5 milhões) para viajar de férias pagas ao país com a família e amigos.
Apesar dos altos valores, Messi não terá muitos compromissos comerciais. O argentino não pode fazer comentários negativos ou qualquer declaração que manche a imagem do país árabe, que é governado por uma monarquia absolutista islâmica, marcada por violação aos direitos humanos.
Campeão da Copa do Mundo de 2022, o craque receberá US$ 2 milhões para fazer no mínimo uma viagem de férias no ano ao país com duração de cinco dias ou duas férias anuais de três dias cada. Os custos e acomodações de nível cinco estrelas serão pagos pelo governo saudita para o atleta e até 20 membros da família e amigos. O argentino embolsará mais US$ 2 milhões para promover a Arábia Saudita nas redes sociais até 10 vezes no ano, separadamente das férias, além de receber a mesma quantia para participar de uma campanha anual de turismo e outra para compromissos e trabalhos beneficentes.
Em maio deste ano, Messi viajou para Arábia Saudita e acabou sendo suspenso pelo PSG. Ele não renovou contrato com o clube francês e assinou com o Inter Miami, dos Estados Unidos, neste mês de junho, onde jogará nas próximas temporadas com salário anual de 60 milhões de euros (R$ 315 milhões).
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.