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eleicao em cardeal da silva
Uma pesquisa da Séculus, parceira do Bahia Notícias, aponta vantagem com folga do atual prefeito Branco Sales (PP) em Cardeal da Silva, no Agreste baiano. Sales disputa o pleito com a ex-prefeita e ex-presidente da União dos Municípios da Bahia (UPB), Maria Quitéria (Solidariedade).
Na consulta espontânea, quando os nomes não são apresentados, Branco Sales aparece com 63,92% e Maria Quitéria, 14,77%. Um candidato a vereador, Jurandi (Avante), chegou a ser citado por 0,24%. Nenhum ou nulo foram 1,21%. Não informou foi de 19,85%.

Foto: Reprodução / Bahia Notícias
No cenário estimulado, quando os postulantes são citados, Branco Sales registra 64,89% e Quitéria, 14,77%. Nenhum ou nulo foram 1,21%, e não sabe ou não opinou, 19,13%.

Foto: Reprodução / Bahia Notícias
Em outra estimulada, agora sem os que não sabem ou anulariam o voto, Branco Sales saiu com 81,46% enquanto Quitéria ficou em 18,54%.

Foto: Reprodução / Bahia Notícias
A pesquisa quis saber também qual o postulante com maior rejeição. Maria Quitéria teve 63,68% e Branco Sales, 13,56%. Nenhum ou nulo foram de 0,97%, e não sabe ou não opinou chegaram a 21,79%.

Foto: Reprodução / Bahia Notícias
A Séculus ainda questionou os entrevistados sobre quem venceria a eleição na cidade, independente da intenção deles. O resultado deu 68,04% a Branco Sales, e 13,80% para Quitéria. Não sabe ou não opinou foram 18,16%.

Foto: Reprodução / Bahia Notícias
A amostra foi realizada entre os últimos dias 25 e 26 de setembro e ouviu 413 pessoas na sede e no interior do município. O intervalo de confiança é de 95%, com margem de erro estimada é de 4,70 pontos percentuais para mais ou para menos sobre os resultados da amostra.
A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com o número BA-07747/2024.
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Pérolas do Dia
Gabriel Galípolo
"Esse é um tipo de comportamento que não é desejável, que deve ser coibido e inibido pelos reguladores e pela gente, por isso que a gente vem trabalhando muito com o FGC, numa sucessão de medidas".
Disse o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo ao criticar a pressão de instituições não bancárias para usar o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) na captação de varejo.