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O deputado estadual Adolfo Menezes (PSD) foi reconduzido para mais um mandato a frente da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), após sessão de votação na tarde desta segunda-feira (3). A votação que ocorreu no Plenário Orlando Spínola, consagrou Adolfo com 61 votos, contra 1 de Hilton Coelho (PSOL). A votação contou com a participação de todos os parlamentares, com exceção de Matheus Ferreira (MDB).
Além da presidência, nove integrantes eleitos para a Mesa Diretora terão mandato de dois anos, compreendendo o biênio 2025/2027. O presidente Adolfo Menezes teve como candidata à 1ª vice-presidência a deputada Ivana Bastos (PSD). Com a possibilidade do questionamento sobre a validade do mandato de Adolfo, Ivana pode ter a missão de convocar uma nova votação para a presidência.
A votação ocorreu secretamente, o que poderia ter aberto a possibilidade de traição, fato não constatado nessa votação. Os deputados registraram os votos em cédulas de papel, depositada em uma urna, ocorrendo por meio de chamada em ordem alfabética dos deputados estaduais. Com o resultado divulgado, os eleitos então tomaram posse para os respectivos cargos.
Apesar disso, com o Supremo Tribunal Federal (STF) sinalizando negativamente pela reeleição numa mesma legislatura para presidentes do Poder Legislativo, o processo de eleição passou por algumas incertezas. O senador e presidente estadual do PSD, Otto Alencar, garantiu a permanência da candidatura à reeleição de Adolfo Menezes (PSD) para a presidência da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA), em decisão unânime.
Com amplo apoio interno, Adolfo angariou apoios até na bancada de oposição. Outro ponto foi a proporcionalidade da Mesa, onde a busca foi contemplar os partidos com maior representação, em detrimento dos postos da mesa Diretora.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Edson Fachin
"Não há democracia sem instituições sólidas e atuantes na linha do que preceitua a Carta Democrática Interamericana. E, no desenho de qualquer democracia constitucional digna desse nome, um Judiciário independente é instituição central".
Disse o presidente do Supremo Tribunal Federal, ministro Edson Fachin ao afirmar que a democracia “não é uma dádiva perene” e exige “vigilância ativa e constante”. A declaração foi feita durante a sessão de abertura do 187º Período de Sessões da Corte Interamericana de Direitos Humanos. A sessão realizada no STF reuniu todos os ministros da Corte.