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egressos
A capacitação profissional e o fomento ao trabalho de presos e egressos do sistema prisional foram tratadas em uma reunião com o vice-presidente do Tribunal Regional do Trabalho da Bahia (TRT-BA), desembargador Alcino Felizola, no exercício da Presidência, com o auxiliar da Presidência do CNJ, juiz Jônatas Andrade, na última sexta-feira (10). Em um primeiro momento, foi discutida a destinação de recursos via o Fundo de Promoção do Trabalho Decente (Funtrad) para a promoção desses profissionais.
Ainda, debateram a possibilidade de utilização de Centros de Conciliações (Cejuscs) do Tribunal para a mediação com empresas terceirizadas do Estado da Bahia que resistem em cumprir a cota de egressos prevista no Decreto Pró Trabalho. Na reunião foi abordada a Orientação Técnica Conjunta 1/2021 do Conselho Nacional de justiça (CNJ) e do Ministério Público do Trabalho (MPT) para efetivação das cotas legais de contratação de pessoas presas ou egressas do sistema prisional em serviços contratados por órgãos e entidades da Administração Pública Direta, Autárquica e Fundacional e pelo Poder Judiciário, fortalecendo os mecanismos de reintegração social, por meio de diretrizes para fomento, apoio técnico e fiscalização do cumprimento da legislação vigente no país e nos entes federativos.
Entre os pontos, destaca-se a Política Nacional de Trabalho no âmbito do Sistema Prisional (PNAT), instituída pelo Decreto 9.450, de 24 de julho de 2018, que busca ampliar e qualificar a oferta de vagas de trabalho, o empreendedorismo e formação profissional das pessoas presas e egressas do sistema prisional. O Decreto 9.450/2018 impõe que a administração fixe nos editais nova exigência, determinando que na contratação de serviços, inclusive os de engenharia, com valor anual acima de R$ 330 mil, o emprego de cotas de mão de obra formada por pessoas presas e egressas do sistema prisional. Dessa forma, cada empresa selecionada deve reservar 3% das vagas quando a execução do contrato demandar 200 ou menos funcionários; 4% quando exigir entre 201 a 500; 5% quando demandar entre 501 a 1.000 funcionários; e 6% quando exigir mais de 1.000 empregados.
Participaram da reunião o auxiliar da Vice-Presidência do TRT-BA, juiz André Neves; os procuradores do Trabalho Séfora Graciana Char, Maurício Ferreira Brito e Adriana Holanda Maia Campelo; o promotor de Justiça Edmundo Reis Silva Filho; e o secretário-geral da Presidência do Tribunal, Taciano Vasconcelos. Uniram-se ao encontro a corregedora e a vice-Corregedora do TRT-5, desembargadoras Luíza Lomba e Léa Nunes, e a juíza auxiliar da Corregedoria, Angélica Ferreira.
Em 40 anos de história a Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB) foi espaço de partilha e crescimento de várias pessoas. Essas histórias paralelas são o tema central da terceira edição do e-book “Com a Palavra”, produzido pela Assessoria de Comunicação da Universidade. Produzido pela Assessoria de Comunicação da Uesb, o volume traz as narrativas de 27 egressos que passaram pelos cursos de graduação ou pós-graduação da instituição.
Com o título “Profissionais: histórias e realizações de egressos da Uesb”, o material é dividido em quatro capítulos: “O início”, “Docência”, “Ciência, Tecnologia e Inovação” e “Público e Social”. Ao longo das trajetórias de cada uma das pessoas que passaram pelos campi da Universidade, o leitor poderá acompanhar também um pedaço da história de quatro décadas escritas nas cidades de Itapetinga, Jequié e Vitória da Conquista.
Ainda é possível conferir textos inéditos escritos por duas profissionais formadas na Uesb. Na coluna “Licença Poética”, a jornalista Sâmia Louise apresenta uma crônica repleta de lembranças dos tempos na Universidade.
Já o espaço de “Memórias” da edição foi dedicado aos ex-estudantes Daniela Santana e Moabe Mattos (in memoriam), por meio de um texto escrito por Tátilla Putumujú, colega deles durante o período do Mestrado em Bioquímica e Biologia Molecular.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"Lula vai ficar do lado de criminosos?"
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula.