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edson cardoso
O ex-dançarino baiano Edson Cardoso, conhecido como Jacaré, tem uma nova função fora dos palcos. Morando no Canadá desde 2016, o artista, que por anos foi um sexsymbol no Brasil, decidiu seguir um novo caminho desde a saída do É O Tchan, e assumiu um cargo de chefia em um ramo completamente diferente do entretenimento.
Jacaré, que já chegou a fazer figuração em uma série internacional, assumiu um cargo em uma empresa de restauração de imóveis atingidos por alagamentos e incêndios.
Atualmente, o ex-dançarino do Tchan é supervisor do setor, sendo responsável por uma parte importante de toda reforma.
"O que acontece é que aqui tem muito alagamento nas casas, ou incêndios. E aí, quando acontecem essas coisas, o seguro contata a empresa que eu trabalho e a empresa vai lá e faz a reforma. Hoje, sou supervisor do setor de 'contents', que é o que cuida das coisas dentro da casa: móveis, roupas, tudo. Eu deixo a casa vazia, e depois coloco tudo de volta no lugar. Quer dizer, minha equipe, meu setor", revelou ao jornal 'Extra'.

Edson e a esposa, Gabriela Mesquita, vivem no Canadá com os filhos há cerca de 16 anos. O país foi o plano B do casal para encontrar uma estabilidade. Para o ator, voltar a viver em Salvador é algo que, no momento, está fora de cogitação.
"Amo o Brasil, amo o meu Salvador. Mas minha vida está aqui. Eu já construí tudo aqui. Meus filhos são cariocas, nasceram no Rio, mas se dizem canadenses. Aqui foi o meu recomeço."
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.