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edinho silva
O presidente nacional do PT, Edinho Silva, afirmou nesta terça-feira (6) que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) avalia mudanças no processo de escolha de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), incluindo a possibilidade de participação da sociedade civil.
Segundo Edinho, Lula pretende consultar juristas antes de avançar sobre a proposta. A ideia surgiu, de acordo com o dirigente petista, a partir de questionamentos do próprio presidente sobre o poder exclusivo do Executivo na indicação. Atualmente, a Constituição estabelece que cabe ao presidente da República indicar ministros do STF, que precisam passar por análise e aprovação do Senado.
Edinho também relacionou a percepção sobre a atual crise do Judiciário ao desempenho de Lula no primeiro turno das eleições. Segundo ele, parte da sociedade teria associado o cenário do STF ao governo federal, aumentando a pressão sobre o presidente.
O dirigente afirmou ainda que o PT está considerando esse cenário na definição das próximas ações. Edinho também criticou a possibilidade de o senador Flávio Bolsonaro (PL) defender mudanças no Judiciário, citando casos e acusações que envolvem o parlamentar.
Para o presidente do PT, há uma contradição entre o histórico atribuído a Flávio e a defesa de propostas para fortalecer o Poder Judiciário.
O presidente nacional do Partido dos Trabalhadores (PT), Edinho Silva, comentou nesta sexta-feira (2) a ausência do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) dos debates do primeiro turno e afirmou que "não há novidade" na decisão. Ele também deu a entender que Lula deve participar de debates em um eventual segundo turno contra o senador Flávio Bolsonaro (PL).
"O presidente Lula nunca disse que iria a debate no primeiro turno. Ponto. Essa é uma realidade", declarou Edinho Silva a jornalistas, em São Paulo.
Sobre a possibilidade de um segundo turno, o presidente do PT ponderou que a presença de Lula em todos os debates não está garantida. "Talvez não consiga ir a todos que ele for convidado", acrescentou.
Ex-presidente do Fortaleza e candidato a vice na chapa de Romeu Zema (Novo) à Presidência da República, o senador Eduardo Girão (Novo-CE) fez duras críticas à atual gestão do clube cearense. Em entrevista ao Bahia Notícias no Ar, na rádio Antena 1 Salvador, nesta segunda-feira (14), o parlamentar afirmou que houve influência política na administração do Leão e associou a crise financeira vivida pela equipe ao período posterior à saída de Marcelo Paz.
As declarações aconteceram um dia depois do empate por 1 a 1 entre Fortaleza e Ceará, pela 28ª rodada da Série B. O Tricolor abriu o placar, mas sofreu o gol de empate aos 42 minutos do segundo tempo.
Ao comentar o resultado, Girão relacionou o momento esportivo do clube às mudanças administrativas dos últimos anos.
“O Fortaleza ontem levou o empate no final do jogo. Eu vou dizer: tudo o que você planta, você colhe. Infelizmente, o Fortaleza foi tomado. Eu deixei o Fortaleza com dinheiro em caixa. Fui presidente em 2017. Estava todo endividado, nós nos organizamos e profissionalizamos", iniciou.
Girão assumiu a presidência do Fortaleza em junho de 2017 e permaneceu no cargo até novembro daquele ano. Durante o período, o clube conseguiu o acesso da Série C para a Série B. Quando renunciou, informou ter realizado um aporte de aproximadamente R$ 5,7 milhões para regularizar salários, encargos e outras despesas atrasadas.
Confira o trecho da entrevista na íntegra abaixo:
?? Na Antena 1, Eduardo Girão acusa influência do PT no Fortaleza após endividamento do clube
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) September 14, 2026
Confira ?? pic.twitter.com/0yxedXocYv
CRÍTICAS À INFLUÊNCIA POLÍTICA
Na gestão de Girão, Marcelo Paz era o primeiro vice-presidente e assumiu o comando do Fortaleza após a renúncia do então mandatário. Paz permaneceu ligado à administração do clube nos anos seguintes e liderou o período de maior crescimento esportivo recente do Leão.
Durante a entrevista ao, Girão elogiou os primeiros anos do sucessor, mas afirmou que posteriormente houve aproximação entre o futebol e a política partidária.
“O Marcelo Paz foi o meu vice e deu sequência bem durante os primeiros anos. Depois, deixou a política entrar no Fortaleza. Eu não deixava. Nem direita, nem esquerda, nem PT, nem PL, nem Novo. Infelizmente, o PT hoje está no comando do Fortaleza", acusou.
Na sequência, Girão citou diretamente Pedro Martins, atual CEO do Fortaleza SAF, ao sustentar sua crítica.
“Tenho que dar alguns nomes. Nunca falei isso na mídia. Quem é o CEO hoje do Fortaleza? Adivinha quem é o homem que manda no Fortaleza hoje? Filho de quem? É o filho do presidente nacional do PT. Qual é a probabilidade disso acontecer?”, questionou.
Pedro Martins assumiu como CEO de futebol do Fortaleza em dezembro de 2025, depois da saída de Marcelo Paz. O dirigente é filho de Edinho Silva, atual presidente nacional do Partido dos Trabalhadores. A relação familiar foi noticiada à época da contratação.
Pedro possui trajetória profissional no futebol anterior à chegada ao Fortaleza, com passagens por Athletico-PR, Cruzeiro, Botafogo, Queens Park Rangers, Vasco e Santos, além da Federação Paulista de Futebol. Atualmente, aparece nos documentos oficiais do próprio Fortaleza como CEO responsável por assuntos relacionados ao departamento de futebol.
A relação de parentesco com Edinho Silva, portanto, é factual, mas não comprova por si só que o PT exerça controle administrativo sobre o Fortaleza.
DÍVIDA DE R$ 300 MILHÕES
Outro ponto abordado pelo senador foi a situação financeira do clube.
"A dívida do Fortaleza é de R$ 300 milhões, em poucos anos. Acabaram com o Fortaleza. Ele está respirando ainda e, com fé em Deus, não vai cair, mas acho quase impossível subir porque acabou o dinheiro.", completou.
O valor citado por Girão já havia sido confirmado pelo próprio Pedro Martins. Em julho deste ano, o CEO afirmou, em entrevista à Rádio Verdinha, que a dívida total do clube tendia a alcançar aproximadamente R$ 300 milhões. Na mesma ocasião, explicou que o Fortaleza havia reduzido a folha salarial de cerca de R$ 14 milhões para próximo de R$ 5 milhões após o rebaixamento para a Série B.
A situação esportiva, entretanto, é diferente da projeção feita por Girão sobre uma eventual dificuldade para conquistar o acesso.
Após o empate no Clássico-Rei, o Fortaleza chegou aos 48 pontos e ocupa a terceira colocação da Série B, dentro da zona de acesso para a Primeira Divisão. O clube está apenas dois pontos atrás dos líderes da competição.
O Leão volta a campo no próximo domingo (20), às 18h30, quando enfrenta o Londrina fora de casa pela 29ª rodada.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Valdemar Costa Neto
"Não gostei".
Disse o presidente nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto ao comentar a carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado à Presidência nesta quarta-feira (28). No pronunciamento, Flávio afirma que pretende liderar a oposição brasileira do exterior.