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A Polícia Civil de São Paulo identificou um suspeito e apreendeu um veículo ligado ao ataque com bombas e rojões contra a Academia de Futebol do Palmeiras, ocorrido na madrugada de domingo (10). O caso é conduzido pela Delegacia de Repressão aos Delitos de Intolerância Esportiva (Drade).
O inquérito foi instaurado nesta quarta-feira (13) após solicitação do clube. Segundo a Drade, o automóvel foi registrado no local no momento do ataque e seu motorista deverá ser indiciado.
De acordo com o advogado criminal do Palmeiras, Euro Maciel Filho, o pedido formal à Polícia buscou agilizar a apuração. “Foram levantadas mais mídias, gravações do próprio Palmeiras, um relatório do segurança, então (fizemos a petição) para reunir isso tudo em um único documento, e entregar mais organizado, mais detalhado, ao delegado de polícia, para facilitar a investigação”, explicou.
O clube solicitou apuração dos crimes de dano ao patrimônio, periclitação da vida, já que havia um segurança na guarita durante o ataque, e incêndio.
As câmeras de segurança registraram pelo menos cinco pessoas encapuzadas ou usando capacetes arremessando artefatos explosivos contra o portão de entrada. Um sexto indivíduo filmava a ação.
“O problema é que todos estavam encapuzados ou até com capacete de moto, então a identificação é difícil, mas a polícia tem os seus meios para investigar, o veículo no qual estavam, a placa do veículo, então acreditamos que a partir de um trabalho investigativo, que a polícia vá desenvolver daqui para frente, será possível identificar esses agentes e puni-los de acordo com a lei”, completou Maciel Filho.
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Pérolas do Dia
ACM Neto
"Tentativa de interferir no processo eleitoral com a criação e divulgação de factoides e insinuações mentirosas e falsas, através de vazamentos seletivos, que buscam associar indevidamente meu nome a situações que nunca tive envolvimento".
Disse o candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil) ao se pronunciar sobre o pedido da Polícia Federal (PF) para realizar uma busca e apreensão relacionada a ele no âmbito da 10ª fase da Operação Overclean, deflagrada nesta quinta-feira (17). A medida, no entanto, foi negada pelo ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF).