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O ex-jogador Douglas dos Santos, com passagens marcantes por clubes como Grêmio, Corinthians e Vasco, é considerado foragido da Justiça após ter sua prisão civil decretada pelo não pagamento de pensão alimentícia a um dos filhos. O mandado, expedido em setembro do ano passado, ainda não foi cumprido porque o ex-meia não foi localizado.
A dívida acumulada gira em torno de R$ 137 mil. Segundo consta no processo, já havia quatro meses de atraso no pagamento quando a decisão judicial foi emitida. Desde então, foram realizadas operações para tentar prender Douglas, mas todas fracassaram.
Apesar de ter recebido salários altos no auge da carreira — no Grêmio, por exemplo, chegou a ganhar cerca de R$ 400 mil mensais —, o ex-atleta afirma atravessar dificuldades financeiras. A amigos próximos, confidenciou ter perdido dinheiro em investimentos mal sucedidos. Seus últimos trabalhos conhecidos foram como comentarista esportivo e garoto-propaganda de uma casa de apostas.
POSIÇÃO DA DEFESA
Em nota, o advogado de Douglas, Dr. Christian Walker, declarou que “todas as medidas legais cabíveis estão sendo adotadas para a adequada solução da questão judicial, a qual tramita sob segredo de justiça”. O defensor ainda pediu cautela no tratamento do caso por envolver questões sensíveis e pessoas diretamente afetadas.
O corpo de Pereira foi localizado nesta terça-feira (22), dentro de uma creche no complexo. O corpo não tinha marcas de tiros, mas moradores dizem que o rapaz, de 26 anos, foi espancado até a morte por policiais militares. Revoltados, os moradores desceram para Copacabana no final da tarde e montaram barricadas de fogo em avenidas fundamentais do bairro, como a Nossa Senhora de Copacabana. A PM reprimiu o protesto. Houve tiroteio. Edilson da Silva dos Santos, 27 anos, foi baleado na cabeça e morreu.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.