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dores cronicas
Eu convivo com essas dores desde 1998, mas você sabe, a vida difícil, tendo que trabalhar, criar filho, então a gente vai levando como pode, mas neste período as dores só foram piorando. Hoje, ando assim, como você está vendo e à base de remédios”.
O desabafo é da aposentada de 67 anos, Dirani Alves dos Santos, primeira paciente a ser submetida ao bloqueio peridural na Clínica da Dor, que fica no Hospital Geral Roberto Santos (HGRS) e que chegou ao local do procedimento nesta quarta-feira(29) com muita dificuldade de locomoção, pernas trêmulas, sendo necessária a utilização de moletas para andar.
O procedimento, conforme explicou o especialista em dor, médico anestesista Túlio Alves, é minimamente invasivo e consiste na aplicação do medicamento no espaço peridural, com vistas a ampliar o diâmetro do canal, onde ocorre o estreitamento para diminuir a compressão e, consequentemente, diminuir as dores.
Ele acrescenta que, embora não seja a cura definitiva, o tratamento vai proporcionar uma melhor qualidade de vida para a paciente, aliviando as dores e melhorando os movimentos das pernas.
Túlio, que é coordenador do serviço implantado no HGRS em janeiro deste ano, explica que “clínica da dor” é um termo genérico, utilizado para designar serviços que se organizam em torno do diagnóstico, tratamento e acompanhamento de pacientes com queixas de dor aguda e crônica. O serviço prestado no HGRS oferece assistência aos pacientes que sofrem com dores agudas e crônicas, através de uma abordagem multidisciplinar.
Ele ressalta que o tratamento da dor crônica deve ser encarado como parte importante na melhoria da qualidade de vida dos pacientes que são portadores desse mal. Para isso, propõe-se medidas de tratamento adequadas, iniciando por modalidades simples até as mais complexas, conforme a resposta clínica e a necessidade.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.