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A DJ brasileira Rebeka Episcopo foi presa nesta semana por suspeita de comandar uma rede de prostituição de luxo de mulheres oriundas do Brasil. Ao todo, cinco pessoas foram detidas pela Polícia de Segurança Pública (PSP).
As informações são do jornal português Público. Entre as pessoas detidas estaria um policial que estava afastado do trabalho por tempo prolongado. Além da prática de exploração sexual, o grupo é acusado de sonegação à Segurança Social, sistema previdenciário de Portugal.
Segundo a PSP, foram cumpridos 17 mandados de busca e apreensão. Foram encontrados com os alvos da operação cerca de 107 mil euros em dinheiro vivo, uma arma de fogo calibre 22, carregadores e munições, duas espingardas de calibre 12, nove embalagens de gás de pimenta, 17 telefones celulares, oito computadores, três tablets, além de um sistema de videovigilância e um dispositivo portátil de comunicação por rádio. Cartões bancários, terminais de pagamento eletrônico e cheques também foram encontrados pela polícia.
Segundo o jornal, todos os presos foram levados para o Tribunal e, em seguida, para as prisões. Além de DJ, Rebeka é empresária, dona de duas unidades do Nuru Spa, localizados em Lisboa e Cascais.
A DJ esteve em fevereiro, em Arraial D'Ajuda para as celebrações do dia de Iemanjá e chegou a compartilhar com seus seguidores registros de sua visita a Reserva Pataxó Porto do Boi.
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Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.