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O Atlético-MG quitou os valores que estavam em aberto com os jogadores, nesta quarta-feira (23). O direito de imagem, que venceu no dia 20 de julho, e as luvas também estavam em débitos do clube.
De acordo com o ge, o dinheiro da quitação foi cedido por Rubens Menin, sócio majoritário da SAF do Galo. Antes dos treinamentos do elenco, nesta quarta, os membros da cúpula do Alvinegro mineiro vão se reunir com os atletas na Arena MRV.
Na última terça-feira, a crise financeira do Atlético foi exposta quando o atacante da equipe, Rony acionou a Justiça solicitando a rescisão unilateral do contrato com o clube. A justificativa foi atrasos nos pagamentos, luvas e direito de imagem. Depois do jogador, Guilherme Arana, Gustavo Scarpa e Igor Gomes notificaram extrajudicialmente o Galão da Massa.
Além disso, de acordo com o balanço financeiro do time, que foi divulgado em maio, a dívida do Galo gira em torno de R$ 1,8 bilhão.
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André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.