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O senador Jaques Wagner (PT) descartou nesta quinta-feira (18) a possibilidade de desistir da candidatura ao Senado nas eleições de 2026 após ser alvo da 9ª fase da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal. Em entrevista à TV Band, o senador lembrou que já foi alvo de busca e apreensão em 2018 e ainda assim se elegeu como o senador mais votado da história da Bahia.
"Minha candidatura está absolutamente mantida. Estou muito seguro da minha vida pessoal. Em 2018, houve uma busca e apreensão na minha casa por conta da Fonte Nova e mantive minha candidatura. Fui o senador mais bem votado da história da Bahia. Não tenho que retirar minha candidatura", afirmou.
Wagner também disse que a liderança do governo Lula no Senado, cargo que ocupa, está à disposição do presidente, caso ele queira trocar seu representante. Ainda assim, o senador considerou a mudança pouco provável.
"A liderança do governo no Senado fica a cargo do presidente Lula, a quem falei hoje. Não acho, sinceramente, muito difícil que ele mexa na minha posição. Ele fez questão de me ligar e se solidarizar comigo", declarou.
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João Roma
"Claro que existem preferências. Neto tem uma relação com Caiado, que era do União Brasil. Caiado apoia Neto, Zema apoia Neto, Flávio Bolsonaro apoia ACM Neto. Mesmo os que não estão na Bahia veem que a Bahia precisa mudar de rumo".
Disse o ex-ministro da Cidadania no governo Bolsonaro e pré-candidato ao Senado João Roma (PL) ao afirmar que à exceção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), todos os pré-candidatos ao Planalto em 2026 devem apoiar o ex-prefeito de Salvador e pré-candidato da oposição ao Governo da Bahia, ACM Neto (União).