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direitos trabalhistas
A empregada doméstica Andréa Batista dos Santos entrou na Justiça contra os ex-patrões para cobrar direitos trabalhistas. And?ea fez contato com a assessoria jurídica do Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Domésticas da Bahia (Sindoméstico-BA) e denunciou que os patrões não a deixavam comer nada em seu serviço.
“Eu chegava às 6h e saía entre 19h30 e 20h. Não comia nada, não me davam nada”.
A doméstica em entrevista a TV Globo, relatou que era “normal” passar fome durante o expediente. Andréa aponta que os empregadores colocaram uma câmera na cozinha para que ela fosse vigiada.
"Para ver se eu mexia na geladeira, na panela em cima do fogão, para ver se comeu. Tudo que eu faço, faço questão de fazer na cozinha para ela [patroa] ver. Até para mexer na minha bolsa, eu faço na cozinha", explica.
O advogado da vítima contou que os atos dos empregadores, atingem a dignidade trabalhista.
“Você fazer com que a pessoa cozinhe e não possa comer, isso é muito forte e é muito feio. Ela tem que levar e, quando não tem o que levar, passar fome”, comentou o advogado.
Já os ex-patrões de Andréia se pronunciaram somente por mensagem e negaram as acusações da doméstica.
À frente da Legions, o empresário Fábio Carvalho, que é um dos interessados em comprar a editora Abril, pretende fazer uma proposta de peso. De acordo com informações da coluna de Mônica Bergamo, ele se comprometeu a pagar os direitos trabalhistas de centenas de jornalistas à vista. Ainda segundo a publicação, a proposta deve ser aprovada nos próximos dias pelos bancos credores, dentre eles o Itaú, Bradesco e Santander. Outros dois grupos disputam a compra da editora.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.