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A candidata ao Senado pela Bahia Professora Delliana Ricelli (PSol) afirmou que setores políticos podem atuar para dificultar sua eleição e criticou o que classificou como desinformação e “criminalização” da esquerda durante o processo eleitoral. Segundo Delliana, discursos contrários ao PSol muitas vezes são baseados em informações que, na avaliação dela, não correspondem às propostas defendidas pela legenda. A declaração foi cedida ao Projeto Prisma, do Bahia Notícias (BN), nesta segunda-feira (17),
Ela citou como exemplo a afirmação de que a esquerda teria intenção de fechar igrejas. A candidata também defendeu que o partido mantenha suas posições durante o período eleitoral, sem alterar o discurso para conquistar votos. “A gente continua falando a verdade, aquilo que a gente defende durante todos os períodos”, afirmou.
Entre as pautas mencionadas estão políticas voltadas à população do campo, pessoas sem-terra, quilombolas e indígenas. Delliana também defendeu uma revisão da política de distribuição de terras no país, com críticas ao modelo que, segundo ela, teria favorecido a concentração fundiária e o monocultivo.
Durante a fala, a candidata afirmou ainda que seu eventual mandato seria voltado principalmente à parcela da população que considera estar à margem das decisões políticas. “O Brasil é um país de todos nós, e ele deve servir a maior parte da população, a toda a população”, declarou.
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Gabriel Galípolo
"Esse é um tipo de comportamento que não é desejável, que deve ser coibido e inibido pelos reguladores e pela gente, por isso que a gente vem trabalhando muito com o FGC, numa sucessão de medidas".
Disse o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo ao criticar a pressão de instituições não bancárias para usar o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) na captação de varejo.