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O prefeito de Salvador, Bruno Reis, anunciou nesta sexta-feira (7) o engenheiro civil Francisco Torreão como o novo presidente da Companhia de Desenvolvimento Urbano de Salvador (Desal). Com a nomeação, confirmada após antecipação pelo Bahia Notícias devido à disputa pelo órgão com acordo com o partido Republicanos, o também engenheiro Virgílio Daltro deixa o comando da empresa pública, vinculada à Secretaria Municipal de Manutenção (Seman).
Francisco Torreão integra a gestão municipal desde 2018, quando assumiu o cargo de diretor na Superintendência de Obras Públicas de Salvador (Sucop).
Ao longo de sua trajetória na administração da capital baiana, atuou também como secretário, subsecretário e diretor-geral da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras Públicas (Seinfra), pasta na qual estava lotado até então.
ENTENDA A DESAL
Fundada em 1991, a Companhia de Desenvolvimento Urbano de Salvador (Desal) é responsável pela fabricação e manutenção de mobiliário urbano, além da construção, requalificação e conservação de praças e espaços públicos municipais. Vinculada à Seman, a empresa desempenha papel estratégico na execução de projetos de revitalização urbana, visando à melhoria dos ambientes de lazer, convivência e mobilidade da cidade.
A Prefeitura de Salvador terá uma importante mudança na Companhia de Desenvolvimento Urbano de Salvador (DESAL).O engenheiro Virgílio Daltro deixará a presidência do órgão, após assumir o comando da Secretaria de Manutenção da Cidade (Seman), no ano de 2017.
Segundo informações obtidas pelo Bahia Notícias nesta sexta-feira (7), Virgílio deve ser substituído por Francisco Torreão Espinheira. Gestor público e também engenheiro, Torreão ocupava um cargo na Secretaria de Infraestrutura da capital baiana.
Ele ocupa o cargo de diretor-geral da pasta desde 2025, quando foi substituído por Antonio Cesar Gaspar Nonato na função de subsecretário da pasta. De acordo com apuração do site, o cargo seria vinculado ao Republicanos com a presidência e comando do presidente estadual do partido, Márcio Marinho.
O deputado, inicialmente, estaria resistente às mudanças na estrutura. No entanto, ao decorrer das negociações, o parlamentar confirmou as mudanças.
SOBRE A DESAL
A Companhia de Desenvolvimento Urbano de Salvador (DESAL) é um órgão municipal vinculado à Secretaria de Manutenção (SEMAN) da Prefeitura de Salvador. Fundada em 1991 e inspirada nas ideias do arquiteto João Filgueiras Lima (o Lelé), a entidade é responsável por fabricar e realizar a manutenção de mobiliário urbano, praças e áreas de da cidade.
O órgão é responsável também por realizar regularmente projetos de revitalização urbana em espaços públicos municipais.
Com a proximidade dos festejos pelo Bicentenário da Independência do Brasil na Bahia, a Companhia de Desenvolvimento de Salvador (Desal) iniciou a requalificação de acessos, escadas e gradis da Praça 2 de Julho, no Campo Grande. As obras de recuperação do espaço iniciaram na segunda quinzena do mês de maio.
A “Praça do Campo Grande” é conhecida por ser uma área de cultura e lazer para moradores e turistas, mas precisou passar por um processo de revitalização. Para o presidente da Desal, Virgílio Daltro, a finalidade é valorizar os espaços históricos e fundamentais para a história baiana e brasileira.
“Também conhecida com o nome de 2 de Julho, data magna do estado, a praça foi palco de importantes batalhas pela Independência da Bahia e hoje é um dinâmico centro cultural e ponto turístico da capital baiana. Sendo assim, estamos recuperando os gradis, as escadarias e acessos ao redor da praça histórica, executando melhorias dentro do equipamento. E novas ações poderão ser inseridas neste pacote de requalificação”, declarou o gestor.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Alexandre de Moraes
"Somado à escolha seletiva do levantamento somente de parte dos procedimentos e o direcionamento subjetivo de um dos interessados de quais documentos".
Disse o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), ao encaminhar um ofício ao presidente da Corte, Luiz Edson Fachin, no qual cita uma "escolha seletiva" na retirada do sigilo, por André Mendonça, dos inquéritos e procedimentos ligados ao Banco Master.