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Artigos

Bruna Santana
Eleições 2026 e Violência Política de Gênero

Eleições 2026 e Violência Política de Gênero

Este texto nasce de uma inquietação — e também de um dever moral e cívico de falar sobre um tema urgente: a violência política de gênero, antes mesmo do início oficial da campanha eleitoral de 2026.

Multimídia

Duda Sanches critica segurança do estado e dispara sobre violência: "a Bahia já virou o Rio de Janeiro"

Duda Sanches critica segurança do estado e dispara sobre violência: "a Bahia já virou o Rio de Janeiro"
O parlamentar Duda Sanches apontou o desgaste decorrente das duas décadas de administração do Partido dos Trabalhadores (PT) no estado e lamentou a queda nos indicadores de qualidade de vida da população. Em entrevista concedida ao Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias, nesta segunda-feira (18), ele direcionou críticas à gestão do governo estadual nas áreas de segurança pública e saúde.

Entrevistas

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto

Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
Foto: Divulgação / Agência AL-BA
De volta à Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) desde janeiro, após assumir a vaga aberta com a morte do deputado Alan Sanches, Luciano Ribeiro (União) concedeu entrevista ao Bahia Notícias na última semana e falou sobre a produtividade do Legislativo para 2026, ano que será marcado pela disputa eleitoral, e o cenário político para a corrida ao governo da Bahia. O deputado também tratou da formação da chapa de oposição e afirmou que, neste momento, descarta disputar a reeleição. Desde o seu retorno, Luciano passou a ocupar a vice-liderança da oposição e a vice-presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa.

demonstracoes contabeis

Relatório detalha operação, receitas, custos e contrato da Arena Fonte Nova em 2025; prejuízo chega a R$ 15,8 milhões
Foto: David Campbell

A Fonte Nova Negócios e Participações S.A., concessionária responsável pela gestão da Arena Fonte Nova, teve divulgado o seu relatório de administração e demonstrações contábeis referentes ao exercício de 2025, com comparativos em relação a 2024. O documento, obtido pela reportagem do Bahia Notícias, detalha como funciona a operação do estádio, de onde vêm as receitas, quais são os principais custos e como está a situação financeira da empresa. 

 

De acordo com o relatório, destrinchado com auxílio da ferramenta Notebook LM, a Arena encerrou o exercício de 2025 com prejuízo líquido de R$ 15,8 milhões. Na prática, isso significa que, mesmo arrecadando mais do que no ano anterior, a empresa ainda gastou mais do que conseguiu faturar. Em 2024, o prejuízo havia sido menor, de R$ 11,1 milhões, o que indica uma piora no resultado final.

 

Esse cenário fica ainda mais evidente ao observar o prejuízo operacional — que considera apenas a atividade principal da Arena — e chegou a R$ 29,2 milhões. Segundo o documento, esse resultado é impactado principalmente pelos custos envolvidos na realização dos jogos e pelas despesas administrativas necessárias para manter a operação do estádio funcionando.

 

Apesar do prejuízo, a receita operacional líquida cresceu e atingiu R$ 89,3 milhões em 2025, contra R$ 83,8 milhões no ano anterior. Ou seja, a Arena conseguiu aumentar sua arrecadação, mas isso não foi suficiente para cobrir todos os gastos.

 


Foto: Manu Dias / GovBA

 

O relatório explica que a receita da Arena não depende apenas dos jogos de futebol. O faturamento vem de diversas fontes: a contraprestação pública paga pelo Governo do Estado dentro do contrato de Parceria Público-Privada (PPP), o compartilhamento de receitas, a locação de camarotes e espaços comerciais, a realização de eventos, contratos de patrocínio e a venda de ingressos.

 

Mesmo com essa diversificação, os custos continuam sendo um desafio. Só as despesas administrativas somaram R$ 65,5 milhões em 2025. Esse valor inclui gastos com funcionários, empresas terceirizadas, energia, água, seguros e outros custos necessários para manter o estádio em funcionamento. Além disso, os próprios jogos geram custos relevantes, o que pesa diretamente no resultado final.

 

Se por um lado o resultado foi negativo, por outro o relatório mostra uma melhora importante na saúde financeira da empresa. A dívida da concessionária foi drasticamente reduzida, saindo de cerca de R$ 39 milhões em 2024 para apenas R$ 1,3 milhão em 2025. Na prática, isso indica que a empresa conseguiu quitar grande parte de seus compromissos financeiros.

 

Ao mesmo tempo, o caixa da companhia aumentou. O valor disponível passou de R$ 7,4 milhões para R$ 17,6 milhões. Isso significa que a empresa terminou o ano com mais dinheiro "em mãos" para honrar compromissos de curto prazo.

 

O fluxo de caixa reforça esse movimento. A Arena gerou R$ 54,4 milhões com suas operações ao longo do ano, investiu cerca de R$ 14 milhões em melhorias e destinou aproximadamente R$ 58,2 milhões para pagamento de dívidas e dividendos. Ou seja, parte relevante dos recursos foi utilizada para reorganizar a estrutura financeira da companhia.

 

No dia a dia da operação, o relatório mostra que a Arena Fonte Nova manteve um alto nível de atividade. Ao todo, foram realizados 87 eventos em 2025, o que representa uma média de um evento a cada 4,1 dias. Esse número inclui tanto jogos de futebol quanto shows e outras atrações.

 

O futebol segue como principal motor da Arena. Foram 46 partidas realizadas, com público total de 1.505.111 torcedores. A média foi de 34.496 pessoas por jogo, colocando o estádio entre os que mais recebem público no Brasil. Somando todos os eventos, mais de 1,8 milhão de pessoas passaram pelo equipamento ao longo do ano.

 


Foto: Maurícia da Matta / Bahia Notícias

 

Além disso, a Arena também reforçou sua atuação como espaço multiuso. Foram 41 eventos não esportivos, que reuniram mais de 358 mil pessoas, incluindo shows de artistas como Caetano Veloso, Maria Bethânia e Gilberto Gil.

 


Fotos: Divulgação / Casa de Apostas Arena Fonte Nova

 

Outro ponto destacado no relatório são os investimentos em modernização. A concessionária vem realizando melhorias estruturais para atualizar o equipamento e aumentar sua atratividade. Entre as ações estão a troca dos telões, implantação de iluminação cênica em LED, reforma de camarotes, uso de reconhecimento facial para acesso e a substituição gradual dos assentos, prevista para ocorrer entre 2026 e 2027.

 

A operação da Arena Fonte Nova acontece por meio de uma Parceria Público-Privada com o Governo do Estado da Bahia. Esse modelo funciona como um contrato em que a empresa privada administra o equipamento e recebe pagamentos públicos, além de explorar comercialmente o espaço.

 

O contrato foi firmado em 2010 e, após ajustes, tem validade até março de 2028. Dentro desse modelo, a concessionária recebe contraprestações mensais do Estado e, em contrapartida, precisa compartilhar 10% de suas receitas operacionais líquidas com o poder público.

 

O relatório também relembra que, em 2021, um aditivo contratual alterou pontos importantes da concessão. Entre as mudanças, houve a redução do valor anual pago pelo Estado — que caiu de R$ 180,9 milhões para R$ 102,3 milhões — e o encurtamento do prazo do contrato. Essas alterações tiveram como objetivo reequilibrar financeiramente a concessão.

 

Em relação à estrutura patrimonial, a empresa encerrou 2025 com ativos totais de R$ 485 milhões e patrimônio líquido de R$ 288,9 milhões. Entre os principais ativos estão os valores a receber do contrato de concessão, créditos e investimentos relacionados à operação da Arena.

 

Do lado das obrigações, o relatório aponta a existência de tributos, provisões para manutenção da estrutura do estádio, receitas ainda não realizadas e provisões para processos judiciais. As perdas consideradas prováveis somam R$ 2,3 milhões, enquanto há processos classificados como de risco possível que não geraram provisão contábil.

 

Por fim, o documento destaca que a empresa segue exposta a riscos comuns do setor financeiro, como variações nas taxas de juros, risco de liquidez (capacidade de pagar contas) e risco de crédito (inadimplência). Ainda assim, a companhia não utiliza instrumentos financeiros mais complexos, como derivativos.

 

A expectativa da concessionária é manter a operação da Arena até o fim do contrato, em 2028, sustentando seu modelo de negócios baseado na realização de jogos, eventos e exploração comercial do equipamento.

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
O bicho tá solto na política baiana. E tem até tigre pronto pra virar papagaio. Por via das dúvidas, Cunha vestiu logo suas asas. Mas quem tá de ovo virado é o Potro. Ainda mais depois que tentaram passar por cima do rebento do Cavalo. Enquanto isso, tem gente apelando pros santos pra ver se as coisas na campanha vão pra frente. Saiba mais!

Pérolas do Dia

Bacelar

Bacelar
Foto: Rebeca Menezes / Bahia Notícias

"É a melhor que poderia ser construída".

 

Disse o deputado federal da Bahia, Bacelar (PV) ao avaliar a escolha do grupo governista em manter uma chapa “puro-sangue” para a disputa estadual deste ano. Em entrevista ao Bahia Notícias no Ar, na Rádio Antena 1 Salvador, nesta segunda-feira (25), o parlamentar alega que esta formação é “a melhor chapa que poderia ser construída”. 

Podcast

Deputado Robinson Almeida é o entrevistado do Projeto Prisma desta semana

Deputado Robinson Almeida é o entrevistado do Projeto Prisma desta semana
Foto: Projeto Prisma
O deputado estadual Robinson Almeida (PT) é o entrevistado do Projeto Prisma desta segunda-feira (25). O podcast é transmitido ao vivo a partir das 16h no YouTube do Bahia Notícias.

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