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delegacia de seabra
Correição em delegacia de Seabra investiga supostas irregularidades na venda de veículos apreendidos
A Delegacia Territorial e a 13ª Coordenadoria de Polícia do Interior em Seabra, na região da Chapada Diamantina, vão passar por uma correição extraordinária. Segundo portaria da Polícia Civil, uma comissão foi montada para realizar os trabalhos, iniciados nesta quarta-feira (22).
As unidades fazem parte do Departamento de Polícia do Interior (Depin), e, segundo o documento, o objetivo é verificar a regularidade na adoção dos procedimentos destinados a alienação de veículos automotores que mantidos sob custódia em pátios e outros espaços físicos das unidades policiais citadas.
Além disso, a correição também vai aferir a legalidade da destinação dos valores financeiros auferidos, tomando como base as informações contidas em matéria jornalística veiculada por meio de um site de notícias.
A comissão foi instituída no último dia 18 de janeiro, e passou por alteração na composição nesta quarta-feira (22), com substituição de um dos membros. O colegiado é composto por quatro servidores da corporação.
A matéria mencionada pela Polícia Civil foi veiculada pelo site Alô Juca no último dia 16 de janeiro e colocou a Delegacia de Seabra no centro de uma denúncia envolvendo a venda clandestina de veículos apreendidos. Segundo as informações, carros e motos foram supostamente retirados do pátio da delegacia e vendidos a um ferro-velho da cidade.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Luiz Inácio Lula da Silva
"Eu fiquei triste, porque ele não foi derrotado por incompetência jurídica, porque ele é um dos melhores advogados desse país, ele foi derrotado por uma questão simplesmente política. E o que vai acontecer? Eu vou mandar o Messias outra vez. Por respeito à função presidencial, sou eu que indico".
Disse o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao confirmar que vai enviar ao Senado o nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, para a vaga do Supremo Tribunal Federal (STF). O AGU teve sua primeira indicação rejeitada no Senado no último dia 29 de abril.