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A Delegacia Antissequestro (DAS) do Rio de Janeiro investiga uma denúncia anônima sobre um suposto plano para sequestrar Pedrinho, ex-jogador e atual presidente do Vasco da Gama. A informação foi divulgada na madrugada desta quarta-feira (6) pelo ge.globo e já foi confirmada oficialmente pelo clube.
De acordo com as primeiras informações, o plano teria como alvo o dirigente na saída da sede do clube, em São Januário, e estaria previsto para ser executado ainda nesta semana. A Polícia Civil informou que segue apurando a veracidade da denúncia e que está adotando todos os protocolos de segurança relacionados ao caso.
"O Vasco da Gama confirma a denúncia e informa que está colaborando integralmente com a investigação policial em andamento", declarou o clube em nota oficial.
Pedrinho já foi comunicado pelas autoridades sobre a existência da investigação e foi orientado a reforçar sua segurança pessoal. Ele tem sido alvo constante de ameaças, especialmente desde a crise envolvendo a gestão do futebol do clube, incluindo a recente saída da SAF da 777 Partners. Em declarações ao ge.globo, o presidente lamentou o nível de violência que tem enfrentado.
"Depois das ameaças de morte e da divulgação do meu endereço, agora fui surpreendido com a informação da polícia sobre uma denúncia de tentativa de me sequestrar. As pessoas estão ultrapassando todos os limites. É inaceitável. Confio nas autoridades policiais e tenho certeza que, em breve, os culpados serão punidos", afirmou Pedrinho.
Segundo a Polícia Civil, o caso segue em caráter preliminar, e até o momento ninguém foi preso ou detido.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
ACM Neto
"Tentativa de interferir no processo eleitoral com a criação e divulgação de factoides e insinuações mentirosas e falsas, através de vazamentos seletivos, que buscam associar indevidamente meu nome a situações que nunca tive envolvimento".
Disse o candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil) ao se pronunciar sobre o pedido da Polícia Federal (PF) para realizar uma busca e apreensão relacionada a ele no âmbito da 10ª fase da Operação Overclean, deflagrada nesta quinta-feira (17). A medida, no entanto, foi negada pelo ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF).