Artigos
Entre a garagem e o acesso à casa própria
Multimídia
Angelo Coronel rejeita ideia de Senado como “puxadinho” do Planalto e diz que não será “chapa-branca” de presidentes
Entrevistas
Entrevista Exclusiva: Ministra Rachel Barros detalha ações do MIR para a população negra
deivison mendonca azevedo
O Ministério Público Eleitoral (MPE) denunciou o prefeito de Érico Cardoso (BA), Eraldo Félix da Silva (Republicanos), e o vice-prefeito, Deivison Mendonça Azevedo (PT), por coação eleitoral. A acusação alega que eles usaram um vídeo nas redes sociais para pressionar servidores públicos a apoiar o grupo do atual governador e candidato à reeleição, sob a ameaça de demissão.
O vídeo, postado em 14 de julho de 2026 no Instagram do prefeito, apresenta obras e investimentos para o município, insinuando que sua continuidade depende da permanência do grupo político no poder. O prefeito menciona que pode demitir quem não fizer parte do "time", referindo-se ao grupo político do governador.
Confira o vídeo:
?? Prefeito indica apoio a governador e afirma que servidores ou jogam em time ou 'pedem para sair'
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) July 15, 2026
Confira ?? pic.twitter.com/DCexH7fOFY
Segundo o MPE, a expressão “time” se refere ao grupo político do governador da Bahia, que busca apoio de servidores públicos, ameaçando demissões para aqueles que não se alinharem. O vice-prefeito também esteve envolvido na gravação e divulgação da mensagem.
A conduta foi enquadrada como coação eleitoral, conforme o artigo 301 do Código Eleitoral, que proíbe o uso de violência ou ameaça para influenciar votos. A pena pode chegar a quatro anos de prisão e multa.
O MP já havia denunciado os mesmos fatos por propaganda eleitoral irregular, resultando na remoção do vídeo e multa imposta pelo TRE-BA.
Ao solicitar que a Justiça Eleitoral aceite a denúncia e convoque os acusados, o MP informou que não fará proposta de acordo de não persecução penal, considerando-a insuficiente para prevenir o crime.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Otto Alencar
"Agora que o relatório está pronto, vamos pautar na reunião da próxima quarta".
Disse o senador Otto Alencar (PSD-BA), presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) ao confirmar que o relatório sobre a PEC 18/2025, que reorganiza o sistema de segurança pública no país, será lido e votado na reunião do dia 2 de setembro.