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O candidato do PL à Presidência da República, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), defendeu, nesta quarta-feira (7), a alteração da Reforma Tributária do Consumo. Segundo ele, essa é uma das mudanças na Constituição que fará em caso de vitória nas urnas, além de uma reforma do Judiciário.
Apesar disso, ele não explicou como seria feita essa reforma.
Flávio afirmou que é necessário discutir a alíquota do Imposto sobre Valor Agregado (IVA), calculada inicialmente em cerca de 28%, que, segundo ele, "vai trazer a carga tributária mais alta do mundo para os brasileiros."
"Óbvio que eu sou a favor da modernização da legislação tributária, que é muito confusa. De verdade, tem que simplificar, desburocratizar tudo isso. A gente vai continuar fazendo, inclusive com as partes que são infraconstitucionais. Mas o ponto principal que a gente tem que discutir é o valor do IVA, 28%, que, aliás, ninguém sabe até agora qual é o valor oficial. Porque, se o governo anunciar, perde voto com isso, porque está elogiando a reforma tributária que vai trazer a carga tributária mais alta do mundo para os brasileiros. Está errado", disse ele.
A Reforma Tributária foi aprovada por emenda constitucional em 2023, após duas décadas de discussão, e foi considerada pelos especialistas um avanço no complexo sistema de impostos brasileiros.
O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) defendeu, nesta terça-feira (8), o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues, alvo da decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) que apontou o monitoramento ilegal de suas atividades. Flávio afirmou que um "grupo especial de Lula" dentro da corporação foi "desmascarado oficialmente."
A manifestação foi acompanhada por uma ofensiva de integrantes da campanha e de aliados do presidenciável em defesa do ministro André Mendonça e contra a cúpula da PF, o ministro Alexandre de Moraes e o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
"Chefe da PF, companheiro, camarada, amigo, irmão, brother, cupincha, parça, aliado, preposto, indicado, pau-mandado de Lula, acusado de liderar investigações clandestinas contra um ministro do STF. Grupo especial de Lula na Polícia Federal desmascarado oficialmente. Que a honrosa e gloriosa Polícia Federal volte a ter autonomia para ir atrás de bandidos, e não de adversários políticos de Lula", declarou Flávio.
No entorno do candidato do PL, a decisão é tratada como um reforço ao discurso adotado nos últimos dias, de que a cúpula da PF teria atuado politicamente em meio à crise que colocou Mendonça e Moraes em lados opostos. Aliados também passaram a usar o episódio para intensificar as cobranças contra Moraes e atribuir a Lula a responsabilidade pela permanência de Andrei Rodrigues no comando da corporação.
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), comentou sobre a relação de sua gestão com o deputado estadual Binho Galinha (Avante) após a condenação do parlamentar em primeira instância pela Justiça. A declaração foi dada na manhã desta sexta-feira (10) em entrevista à rádio Band FM Conquista, durante visita institucional do chefe do Executivo à cidade de Vitória da Conquista.
Confira a declaração:
??VÍDEO: Jerônimo Rodrigues fala da condenação do deputado Binho Galinha e defende separação entre política e justiça
— Bahia Notícias (@BahiaNoticias) July 11, 2026
????Rádio Band FM Conquista
Confira?? pic.twitter.com/fsK96tqyEH
Ao responder à pergunta feita pelo jornalista Victor Pinto, o governador enfatizou a necessidade de separar a aliança política estabelecida durante as eleições de 2022 do andamento do processo judicial, destacando que cada indivíduo deve responder por seus atos perante a lei.
"Sobre o julgamento, é uma decisão de primeira instância. Quero voltar a dizer que existem dois movimentos: um político e outro jurídico. No campo político, nós tivemos sim a companhia, por conta do Avante, do deputado Binho Galinha, que participou da nossa campanha de 2022. Isso é público e notório. Logo na sequência, aconteceram as denúncias e o caso virou um processo de Justiça", explica o governador.
Jerônimo Rodrigues pontuou que o apoio do deputado ocorreu em um momento político anterior às investigações e denúncias que culminaram na decisão judicial.
Moses Farrow, filho adotivo de Woody Allen, defendeu o pai das acusações de abuso sexual contra uma de suas filhas adotivas, Dylan Farrow, 1992. De acordo com informações da Folha de S. Paulo, Moses afirma, em seu blog pessoal, que o cineasta é vítima de “ataques equivocados e imprecisos”. Ele diz ainda que esteve presente no dia em que o crime teria ocorrido, mas que o pai e a irmã nunca se afastaram de sua vista estando juntos. Moses diz ainda ter sofrido maus-tratos da atriz Mia Farrow, sua mãe adotiva e ex-namorada do Woody Allen. Segundo ele, a artista pode ter instigado Dylan, que na época tinha 6 anos, a incriminar o pai. Em 2014, Dylan Farrow relatou os abusos sofridos quando era criança. Segundo ela o cineasta a teria levado ao sótão de casa e teria estuprado, enquanto ela brincava com um trem elétrico de um dos irmãos. Moses Farrow, que na época tinha 14 anos, contesta a versão da irmã. Segundo ele, sequer havia um trenzinho no sótão e naquele dia a casa estava cheia, estando presentes seis crianças, duas babás e uma professora de francês. “Não houve nenhuma queixa das babás e nada inusitado no comportamento de Dylan. Aliás, Woody e Mia até saíram para jantar naquela noite”, relatou Moses, que também descreve os maus-tratos que teria sofrido da mãe adotiva. Ele conta que durante sua infância foi estapeado e levou vários socos de Mia, além de dizer que ela costumava fazer “lavagem cerebral” nos filhos. “Não era um lar feliz nem saudável”, lembra Moses, revelando ainda que um dos irmãos, Thadeus, que era paraplégico, teria sido trancado fora de casa pela mãe como punição, se matando um ano depois. Ele contou ainda que Tam, que também se suicidou, vivia sob depressão e Mia se recusava a tratar. Moses conta também que Lark, um terceiro irmão a tirar a própria vida, se afundou no vício.
Roberto Carlos se manifestou a favor da greve dos caminhoneiros durante um show realizado na noite deste sábado (26), em São José do Rio Preto. Em determinado momento da apresentação, antes de cantar a música “Caminhoneiro”, de 1984, ele fez sua homenagem à classe: “Às vezes os fins justificam os meios. Meu carinho e meu respeito por todos os caminhoneiros que estão fazendo todo esse movimento”, disse o cantor e compositor. “E as causas que eles estão reivindicando, com certeza não são causas só deles, são nossas causas. Meu abraço, meu carinho para esses nossos heróis caminhoneiros de todas as estradas. É, para a gente realizar esse show, por exemplo, temos o trabalho de caminhoneiros valentes, caras que enfrentam coisas incríveis. Eu quero dizer o nome deles: Fabiano, Marlon, Alexandre, Bruno, Marcos, Rogerinho e Claudião”, concluiu Roberto, lembrando da equipe que trabalha com ele.
Veja as declarações de Roberto Carlos:
Pra defender um fã, Pabllo Vittar comprou briga com um segurança em um show realizado na cidade de Maringá, no Paraná, no último fim de semana. O incidente aconteceu após um admirador da cantora subir ao palco para abraçar e tirar uma foto com ela. Ao ver a aproximação, o segurança, que estava na plateia, tentou tirar o rapaz de cima do palco. Ao ver o profissional puxar seu fã pelas pernas, Pabllo Vittar se irritou e deu um tapa no braço do segurança. A atitude foi aplaudida pela plateia.
Confira o vídeo do incidente:
Veja o vídeo:
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Navi Pillay
"Talvez dividiria com Trump".
Disse a vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2026 nesta sexta-feira (9), a jurista sul-africana Navanethem "Navi" Pillay ao brincar com a reação do público e declarou que, se os aplausos continuassem, "talvez dividiria o prêmio com Trump". Em tom descontraído, a premiada questionou se o anúncio era real: "Como advogada e juíza, ainda quero verificar se tudo isso é verdade", brinca.