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deam feira de santana
Um homem, de 51 anos, foi preso nesta segunda-feira (24), no bairro Brasília, em Feira de Santana, acusado de tentativa de feminicídio contra a ex-companheira. Segundo a Polícia Civil, a vítima, de 45 anos, foi atacada com 14 golpes de faca em uma via pública e precisou ser encaminhada para uma unidade hospitalar.
O crime ocorreu no dia 12 de julho deste ano, no mesmo bairro onde ele foi preso. Ainda conforme as investigações, o suspeito não aceitava o fim do relacionamento e teria perseguido a mulher.
Após o registro da ocorrência, a Polícia Civil solicitou uma medida protetiva de urgência em favor da vítima e representou pela prisão preventiva do investigado. A ordem judicial foi expedida pela Vara do Júri de Feira de Santana.
Depois do cumprimento do mandado, o homem foi conduzido a uma unidade policial onde permanece custodiado à disposição da Justiça.
A prisão foi realizada por equipes da Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) de Feira de Santana e do Grupo de Apoio Tático e Técnico à Investigação (Gatti/Sertão), com apoio da 1ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (1ª Coorpin/Feira de Santana).
A Delegacia Especial de Atendimento à Mulher (Deam) de Feira de Santana liberou mais informações do falso policial preso em flagrante, no último domingo (2), no bairro Pedra do Descanso. O homem de 33 anos é suspeito de uma série de crimes graves contra mulheres que trabalham como acompanhantes de luxo.
Segundo informações do Acorda Cidade, parceiro local do Bahia Notícias, o suspeito, que se passava por policial civil para intimidar e ameaçar as vítimas, foi detido em um condomínio após a polícia avançar nas investigações.
Para delegada Lorena Almeida, o homem vinha praticando crimes como extorsão, ameaça, falsa identidade, porte ilegal de armas e lesão corporal. A investigadora conta que ao se negar a ter relações sexuais, foi agredida pelo falso policial.
"Ele agrediu ela e ainda jogou ela do carro em movimento. Ela se machucou muito e ainda ficou sozinha, sem seus pertences pessoais, documento, celular, bolsa, ficou tudo dentro do carro dele”, detalha a delegada.
O homem usava a tática de se apresentar como policial para amedrontar as mulheres e evitar que elas procurassem a polícia. A polícia constatou que o suspeito é reincidente e altamente perigoso.
Além do caso recente, as investigações apuraram um crime de estupro registrado em setembro, no qual ele teria forçado uma acompanhante a manter relação sexual para evitar o pagamento, configurando o crime de estupro.
Segundo informações da polícia civil, o homem possuia uma ficha criminal do suspeito é extensa, com:
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Possui pelo menos cinco passagens pela polícia em Feira de Santana por porte ilegal de arma de fogo.
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Tem ocorrências de lesão corporal em contexto de violência doméstica.
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Já foi preso em 2022, na cidade de Cruz das Almas, com material falso usado para se passar por policial (carteira funcional, camisa e distintivo), além de drogas.
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Possui uma condenação anterior pelo crime de extorsão.
Em entrevista para a imprensa, a delegada conta a importância de denunciar e lembrou que todas as mulheres, independentemente de sua profissão, têm o direito à liberdade e à integridade corporal.
“Uma pessoa que trabalha nesse ramo como profissional do sexo, caso ela não deseje manter a relação sexual e a relação seja forçada, por óbvio que configura-se o crime de estupro. Então a pessoa não pode forçar a outra a manter a relação, caso ela não queira ou caso ela não concorde", salienta a policial.
O suspeito negou as acusações ao ser levado à delegacia, mas será responsabilizado por todos os delitos comprovados, incluindo crimes contra o patrimônio, contra mulheres e contra a administração pública.
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Pérolas do Dia
Navi Pillay
"Talvez dividiria com Trump".
Disse a vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2026 nesta sexta-feira (9), a jurista sul-africana Navanethem "Navi" Pillay ao brincar com a reação do público e declarou que, se os aplausos continuassem, "talvez dividiria o prêmio com Trump". Em tom descontraído, a premiada questionou se o anúncio era real: "Como advogada e juíza, ainda quero verificar se tudo isso é verdade", brinca.