Artigos
O Espectro Invisível das Pesquisas
Multimídia
Bruno Monteiro diz que fechamento do TCA expôs "vácuo" de grandes teatros em Salvador
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
david miranda
O ex-deputado federal David Miranda morreu na madrugada desta terça-feira (9), aos 37 anos. Ele era casado com o jornalista norte-americano Glenn Greenwald. David Miranda estava internado desde agosto de 2022 em decorrência de uma infecção gastrointestinal que virou uma sepse.
Em março deste ano, Greenwald escreveu em seu site um relato sobre os meses em que David ficou internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) na Clínica São Vicente, no Rio de Janeiro.
A informação foi confirmada pelo próprio jornalista nas redes sociais.
It is with the most profound sadness that I announce the passing away of my husband, @DavidMirandaRio. He would have turned 38 tomorrow.
— Glenn Greenwald (@ggreenwald) May 9, 2023
His death, early this morning, came after a 9-month battle in ICU. He died in full peace, surrounded by our children and family and friends. pic.twitter.com/wtRvGyJyGl
“Só podemos chamar de censura”, afirmou o deputado David Miranda (Psol-RJ), sobre a proibição do uso da palavra “ditatura” em um painel exposto no Centro Cultural da Câmara dos Deputados.
De acordo com informações da coluna de Mônica Bergamo, na Folha de S. Paulo, a obra em questão integrava uma homenagem aos 50 anos de Stonewall, um marco na luta LGBTI+.
Em entrevista à publicação, o deputado atribuiu o veto à diretora do espaço, Isabel Flecha de Lima. David disse ainda que ela teria proibido também o uso da frase “tempos obscuros e de mentiras que vivemos”.
Procurada, Flecha de Lima afirmou que a Casa “evita que polêmicas políticas e juízo de valor façam parte de exposições promovidas pelo Centro Cultural”.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Jerônimo Rodrigues
"Os extremos não servem para nós. Nem uma polícia que não dê conta do seu papel, nem uma polícia que possa entrar no exagero e fazer ações fora do conceito de um servidor público. A polícia tem que garantir a segurança das pessoas e não ameaçá-las".
Disse o governador Jerônimo Rodrigues ao ser sabatinado na TV Aratu, nesta terça-feira (4) e abordou um dos temas mais sensíveis de sua gestão: a segurança pública e a atuação da Polícia Militar. Respondendo a questionamentos do jornalista Maurício Leiro, editor de política do Bahia Notícias, sobre a implementação das câmeras corporais nos fardamentos e suspeitas de excessos policiais, Jerônimo afirmou que "não passa a mão na cabeça" de quem atua fora dos padrões.