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david byrne
Anitta, Taylor Swift, The Weeknd, David Byrne esses foram alguns dos artistas convidados pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas para compor o quadro de votantes do Oscar, posição vitalícia.
Entre os 398 artistas convidados, estão executivos da indústria do cinema de todo mundo, como David Zaslav, CEO da Warner Bros Discovery e Bela Bajaria, diretora de conteúdo da Netflix.
Além de Anitta, outro brasileiro também integra a lista dos escolhidos, Fernando Goes, é técnico da Pixar. O norte-americano Antonio Campos, filho do jornalista Lucas Mendes, também está na lista.
"A Academia tem o orgulho de receber esses artistas e profissionais como membros", disseram Bill Kramer e Janet Yang, CEO e presidente da Acadêmia.
Segundo eles, os selecionados representam "um talento global extraordinário que permeia todas as disciplinas cinematográficas e tiveram um impacto vital nas artes e ciências do cinema".
Dos selecionados neste ano, 40% são mulheres, 34% pertencem a comunidades étnicas e raciais pouco representadas e 52% são de 50 países e territórios fora dos Estados Unidos.
Os números estão ligados à tentativa de aumentar a diversidade e inclusão dentro da Academia. As informações são da Folha de S. Paulo.
O cantor e compositor David Byrne admitiu e se desculpou por ter praticado blackface - quando uma pessoa branca pinta o rosto para interpretar um negro -, em um vídeo de 1984. De acordo com informações do jornal O Globo, o vídeo em questão foi gravado para divulgar o filme do show "Stop making sense", do Talking Heads, grupo do qual o artista fez parte.
"Recentemente, um jornalista apontou algo que eu fiz num vídeo promocional em 1984", comentou David Byrne, no Twitter. "No vídeo, eu faço diversos personagens, e alguns deles são pessoas não brancas", acrescentou, admitindo o equívoco. "Ao me assistir em vários personagens, inclusive fazendo black e brownface, eu admito que foi um grande erro de julgamento, que mostra uma falta de compreensão real sobre o assunto", afirmou o músico, dizendo ainda hoje não é mais o mesmo. "É como olhar para um espelho e ver outra pessoa — você não é, ou não era, a pessoa que pensou ser", concluiu.
Veja o vídeo:
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.