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A Dasa, empresa gestora da área de saúde, colocou a rede baiana de clínicas AMO à venda e aguarda receber R$ 750 milhões no negócio. A Pátria Investimentos é vista como a favorita para fechar o negócio. Além das unidades de saúde, a Dasa também planeja a venda do Hospital da Bahia. A venda ocorre quatro anos depois da compra do ativo pela Dasa, pelo mesmo valor da expectativa de venda, em julho de 2021.
Segundo informações do BP Money, o banco Itaú BBA está responsável por buscar um comprador para a rede.
Fundada em 1994 pelo oncologista Carlos Sampaio, a marca é líder em tratamentos de câncer na Bahia, com operações também em Aracaju (SE) e Natal (RN), totalizando 15 clínicas.
A Dasa tem uma dívida líquida de R$ 8,76 bilhões e iniciou, em 2024, um processo de desalavancagem.
O Cade (Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica) aprovou na noite de sexta-feira (14), sem restrições, a venda do controle da Wilson Sons para a Shipping Agencies Services (SAS), subsidiária do grupo europeu de transporte marítimo MSC.
A Dasa negou que haja negociação para venda do Hospital da Bahia, em Salvador, à Rede D’or ou Hapvida. Em comunicado publicado na manhã desta sexta-feira (8), a empresa informou que, “nesta data, não está engajada em negociações para a alienação do Hospital da Bahia para a Rede D’Or São Luiz ou Hapvida”.
Atualmente, o Grupo D’or é dono de quatro hospitais em Salvador: Aliança, São Rafael, Aeroporto e Cardio Pulmonar. Neste cenário, a suposta venda do Hospital da Bahia poderia ser barrada pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), a fim de evitar monopólio.
Em meio a reestruturações, a Dasa (DASA3) anunciou ainda a venda de sua divisão de corretagem e consultoria de seguros, a Dasa Empresas, por um valor que pode chegar a R$ 255 milhões. Segundo informações do BP Money, a divisão de negócios vendida é composta por doze subsidiárias, pertencentes integralmente às controladas Allbrokers e Gesto.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"Claro que existem preferências. Neto tem uma relação com Caiado, que era do União Brasil. Caiado apoia Neto, Zema apoia Neto, Flávio Bolsonaro apoia ACM Neto. Mesmo os que não estão na Bahia veem que a Bahia precisa mudar de rumo".
Disse o ex-ministro da Cidadania no governo Bolsonaro e pré-candidato ao Senado João Roma (PL) ao afirmar que à exceção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), todos os pré-candidatos ao Planalto em 2026 devem apoiar o ex-prefeito de Salvador e pré-candidato da oposição ao Governo da Bahia, ACM Neto (União).