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crise habitacional
Maricarmen Abascal, de 87 anos, morreu nesta quarta-feira no Hospital Gregorio Marañón, em Madri, sem a causa da morte divulgada. Ela havia sido despejada do apartamento onde viveu por 70 anos e se tornou um dos símbolos da crise habitacional na Espanha.
O despejo ocorreu em 23 de setembro, após quatro tentativas de retirada do imóvel. Na ocasião, Maricarmen foi levada de maca para um hospital, enquanto vizinhos e ativistas protestavam contra a medida. A aposentada morava no apartamento desde 1956.
O conflito começou após uma mudança de proprietário, quando o aluguel subiu de cerca de € 500 para € 1.650, valor superior à pensão mensal de aproximadamente € 1.350 que ela recebia. O caso provocou protestos em Madri e pressão sobre o governo espanhol.
Poucos dias após o despejo, Maricarmen chegou a fechar um acordo para retornar ao imóvel, com aluguel limitado a 30% de seus rendimentos líquidos. O Sindicato de Inquilinos de Madri, que acompanhou o caso, lamentou a morte e afirmou que manterá a mobilização pela garantia do direito à moradia.
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Carlos Muniz
"O povo entendeu que as obras que o governo do estado trouxe para Salvador foram muito importantes. Então essas obras influenciaram muito para que Jerônimo tivesse o êxito que teve".
Disse o presidente da Câmara Municipal de Salvador (CMS), Carlos Muniz (PSDB), avaliou que ACM Neto (União Brasil) poderia ter reduzido a diferença para Jerônimo Rodrigues (PT) nas eleições para o governo da Bahia se tivesse repetido a estratégia de visitar municípios menores adotada na campanha anterior.