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crianca de colo
Um incidente preocupante mobilizou o 17º Batalhão de Polícia Militar (BPM) e a comunidade escolar do Bairro Monte Azul, em Guanambi, no sudoeste da Bahia, ainda na tarde desta quarta-feira (25). Uma mulher entra em uma unidade escolar na Rua Monteiro Lobato e pega uma criança no colo antes de fugir.
O caso ocorreu por volta das 14h50. Segundo o relato de uma funcionária ao Achei Sudoeste, parceiro do Bahia Notícias, a suspeita utilizou um pretexto falso para ganhar acesso às dependências da unidade, alegando ser representante de uma associação de saúde e afirmando que precisava realizar uma conferência nas carteiras de vacinação dos alunos.
Testemunhas relataram que, antes de entrar na instituição, a mulher foi vista fotografando a fachada e a área externa do prédio. Uma vez dentro da creche, ela foi flagrada com uma criança no colo. A menor em questão está em processo de adoção, o que aumenta a suspeita sobre a motivação da invasora.
Ao ser questionada pela equipe gestora sobre sua identificação funcional e a falta de autorização prévia para a visita, a mulher apresentou um comportamento evasivo. Sem fornecer documentos ou explicações, ela abandonou a criança, saiu da unidade e fugiu do local antes da chegada das viaturas policiais.
A Polícia Militar realizou buscas na região, mas a suspeita não foi localizada. A direção da creche foi orientada a reforçar imediatamente os protocolos de segurança e o controle de acesso de estranhos à instituição.
O caso foi encaminhado para a Delegacia Territorial de Guanambi, que deve utilizar possíveis imagens de câmeras de monitoramento da vizinhança para identificar a mulher e investigar se houve tentativa de subtração de incapaz ou outro crime correlato.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Gabriel Galípolo
"Esse é um tipo de comportamento que não é desejável, que deve ser coibido e inibido pelos reguladores e pela gente, por isso que a gente vem trabalhando muito com o FGC, numa sucessão de medidas".
Disse o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo ao criticar a pressão de instituições não bancárias para usar o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) na captação de varejo.