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O banco UBS apresentou uma oferta de US$ 1 bilhão (cerca de R$ 5,26 bilhões) para comprar o Credit Suisse, que passa por uma das maiores crises de sua história e pediu socorro ao Banco Central da Suíça na semana passada. As informações foram publicadas neste domingo (19) pelo jornal Financial Times.
De acordo com a publicação, as negociações avançaram durante este fim de semana, e o acordo está perto de ser firmado. A expectativa dos dois bancos é que o negócio seja concretizado nas próximas horas.
A oferta teria sido feita na manhã deste domingo, com um preço de 0,25 franco suíço por ação, a ser pago em ações do UBS – valor muito abaixo do que os papéis do Credit valiam no último pregão da bolsa de Zurique, na sexta-feira (1,86 franco suíço).
Ainda segundo a reportagem do Financial Times, o Banco Nacional da Suíça (Banco Central do país) e a Finma (órgão regulador do sistema bancário local) intermediaram as conversas entre UBS e Credit.
O Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos Estados Unidos), que acompanha os desdobramentos da crise no Credit Suisse, também teria dado aval ao acordo, informa o jornal.
Na semana passada, o Credit Suisse informou que tomaria empréstimos de até 50 bilhões de francos suíços (US$ 54 bilhões) junto ao Banco Central da Suíça, que se colocou à disposição do banco.
Na quarta-feira (16), as ações do banco suíço derreteram após o principal acionista da instituição financeira, o Saudi National Bank (SNB), da Arábia Saudita, afastar a possibilidade de fazer aportes no banco.
No início da semana, o Credit Suisse disse ter identificado “fragilidades materiais” em seus relatórios financeiros dos últimos dois anos. Os problemas teriam sido causados por “controles internos” ineficazes.
Desde o ano passado, o Credit Suisse enfrenta uma grande crise de confiança junto ao mercado. Há rumores de que o banco pode não conseguir honrar seus compromissos financeiros. As informações são do Metrópoles.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ricardo Alban
"Permitir a entrada de importações de até 50 dólares sem tributação é o mesmo que financiar a indústria de países como a China, principal exportador de produtos de baixo valor para o Brasil, especialmente no setor têxtil. O prejuízo é direto a quem fabrica e comercializa em território brasileiro".
Disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban ao comentar sobre a revogação, pelo governo Lula, do imposto de importação de 20% cobrado sobre compras internacionais de até US$ 50, a chamada “taxa das blusinhas”, resultará na perda de empregos e impactará principalmente as micro e pequenas empresas brasileiras.