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O Lilás Cozinha, um dos restaurantes mais tradicionais de Salvador, celebra 30 anos de história revisitando as próprias origens. Entre os dias 31 de julho e 2 de agosto, a casa promove uma programação especial para o público, reunindo música, degustações e o retorno de pratos históricos ao cardápio.
Como parte das comemorações, o buffet de almoço volta a oferecer o tradicional nhoque lilás, enquanto o ravióli lilás e o spaghetti lilás passam a integrar o menu de massas preparadas na hora. A coloração característica das receitas remete ao spaghetti de beterraba criado pela mãe de Pier Paolo Pepe, sócio da casa, inspiração que deu origem ao nome do restaurante inaugurado em 1996.
A história do empreendimento começou quando os engenheiros Ivana Cunha, Pier Paolo Pepe e Francisco Souza, ao lado da professora de Letras Vera Pepe, decidiram trocar suas carreiras pelo desafio da gastronomia. O grupo assumiu um restaurante cujo projeto havia sido interrompido após a morte de um dos sócios antes mesmo da inauguração. Embora a intenção inicial fosse abrir um negócio próprio, os quatro se identificaram com o espaço e decidiram dar continuidade ao empreendimento.
O nome também surgiu de uma escolha carregada de significado. A proposta inicial de batizar o restaurante como "Bom Dia" foi descartada após uma votação entre amigos. Inspirado na massa lilás preparada em encontros familiares, "Spaghetti Lilás" foi o nome escolhido e, três décadas depois, segue como uma das marcas mais reconhecidas da gastronomia de Salvador.
Os primeiros anos foram marcados por desafios. Sem experiência no setor, os sócios conciliavam suas profissões com a administração do restaurante e chegaram a vender um terreno e um carro para manter o negócio. O reconhecimento veio rapidamente. Em poucos meses, a casa já registrava filas de espera e conquistava clientes fiéis, entre eles o radialista e ex-prefeito Mário Kertész, que ajudou a popularizar o restaurante na cidade.
O crescimento levou à abertura de uma segunda unidade na Pituba, criada para atender à demanda dos clientes da região. Anos depois, a operação foi concentrada na Alameda Benevento, onde o Lilás Cozinha funciona atualmente. Hoje, o restaurante oferece diariamente um buffet com mais de 60 opções entre saladas, grelhados, massas, pratos das culinárias brasileira, italiana e oriental, receitas autorais, opções veganas e sobremesas. À noite, o destaque fica para a culinária italiana, com rodízio de pizzas e um espaço dedicado para que crianças montem a própria pizza.
A programação de aniversário começa na quinta-feira (31), durante o almoço, com recepção ao público ao som de baiana de acarajé, além de água de coco. Na sexta-feira (1º), o grupo Gente do Choro anima o ambiente, acompanhado por drinks de boas-vindas, caldinho de feijão e bolinho de feijoada. No sábado (2), a celebração continua com música ao vivo, drinks e degustação da pizza, um dos destaques do serviço noturno da casa.
As comemorações, no entanto, fazem parte de uma agenda mais ampla ao longo de 2026. Neste ano, o Lilás Cozinha participou pela primeira vez do Salvador Restaurant Week, realizou as "Noites de Verão Lilás", retomou o projeto "Feijão com Choro" e promoveu o "Arraiá Lilás", reforçando sua proposta de unir gastronomia, cultura e encontros em torno da mesa. Ao completar três décadas de funcionamento, o restaurante revisita sua própria história enquanto reafirma sua presença como uma das referências da culinária na capital baiana.
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Segue repercutindo nas redes sociais o vídeo gravado no último fim de semana pela primeira-dama Janja, em que ela prepara um prato de carne de paca e serve para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O tema gerou ainda mais discussões com as críticas feitas a Janja nesta terça-feira (7) pela ativista dos direitos dos animais, Luísa Mell.
Em vídeo postado no seu perfil no Instagram, Luísa Mell condenou a escolha da paca como prato a ser servido em um almoço. A ativista disse ter sido uma irresponsabilidade o incentivo ao consumo da carne de um animal silvestre.
“Qual objetivo dessa porcaria, Janja? Está incentivando a caça e as pessoas a consumir animais silvestres. Irresponsabilidade inacreditável. Vergonha, incentivando o crime ambiental”, disse a ativista.
Apesar de Janja ter justificado que o almoço foi um presente de um produtor legalizado de carne de paca, Luisa Mell reforçou que, mesmo sendo possível a origem legal do animal, a exposição incentiva o consumo de espécies silvestres. “Tá incentivando sim a caça”, disse.
A ativista também criticou a criação em cativeiro, classificando a prática como “terrível” e afirmando que o consumo desse tipo de carne seria “elitista” e acessível a poucos.
Durante o desabafo, Luísa Mell ainda cobrou explicações sobre a procedência do animal consumido por Janja e Lula e disse que não “passa pano para ninguém”, além de ter dito que iria procurar o Ibama para obter informações sobre o produtor.
A Secretaria de Administração Penitenciária e Ressocialização (Seap) se posicionou sobre a determinação de interdição Unidade de Alimentação e Nutrição (UAN) da Penitenciária Lemos Brito (PLB) após ação movida pelo Ministério Público da Bahia (MP-BA). Em nota enviada à imprensa nesta sexta-feira (13), a Seap afirmou que o processo se baseou em um cenário desatualizado, pois a ação se fundamentou em 2022.
“A Seap esclarece que a ação do Ministério Público, datada de abril de 2022, é embasada em situação fática bem diferente da atual realidade, vez que tal cozinha já passou por diversas adequações, garantindo a cada apenado o acesso a uma alimentação saudável, seguindo-se os preceitos da Lei de Execução Penal. Tratando-se de equipamento fundamental para o fornecimento de alimentação para as pessoas privadas de liberdade, sua eventual interdição poderá acarretar imensurável prejuízo à custódia digna dos apenados”, disse a Seap.
No texto, a pasta também informou que está finalizando uma obra para a construção de uma nova cozinha na Lemos Brito, com previsão de entrega para o próximo mês. Segundo a secretaria, o espaço será “moderno” e dará mais conforto aos usuários.

Foto: Hildazio Santana / Nucom / Seap
“A Seap informa, ainda, que está em fase final de construção de uma nova cozinha para aquela Unidade Prisional, com previsão de entrega para o mês de julho. Esta será um ambiente mais espaçoso e moderno, contando inclusive com refeitório, para proporcionar mais conforto a todos os beneficiários”, completou.
Na quinta (12), a Justiça baiana determinou a interdição UAN da Penitenciária Lemos de Brito, localizada no Complexo Penitenciário da Mata Escura, em Salvador. A decisão atendeu a ação civil pública ajuizada em março de 2022 pela promotora de Justiça Andréa Ariadna, titular da Promotoria de Execuções Penais da capital, e determina que o Estado da Bahia interdite a unidade no prazo de 30 dias.
A sentença obriga ainda que o Estado providencie imediatamente uma alternativa externa para o preparo e fornecimento das refeições destinadas aos internos, conforme a legislação sanitária vigente. Segundo a denúncia do MP-BA foram identificados vazamento de gás, risco de superaquecimento de equipamentos, falhas nos sistemas elétrico e hidráulico, alagamentos e até incêndio em uma das caixas de força na cozinha da unidade.
A Band exibe, nesta terça-feira (6), um episódio inédito do Pesadelo na Cozinha. Durante este que é o segundo da terceira temporada, o chef Erick Jacquin visita o restaurante Ça-Va, localizado no bairro Cerqueira César, na região dos Jardins, em São Paulo.
Apesar de levar nome francês, o empreendimento não tem quase nada da comida do país. Assim que chega ao local, Jacquin se depara com uma cozinha pequena, equipamentos antigos e um calor que chega a superar os 50 graus.
Depois de fazer uma análise, o chef identifica os erros e propõe soluções para evitar que o estabelecimento vá à falência. Com este propósito, ele ensina as bases da culinária francesa e leva a equipe para conhecer o Président, restaurante de sua propriedade.
Poucos meses depois da gravação, o proprietário do restaurante, Antônio Carlos Cirelli, acabou contraindo Covid-19 e não resistiu. Procurado pelos filhos do empresário, Erick Jacquin comprou o Ça-Va, que foi reinaugurado em novembro do ano passado.
O canal Porta dos Fundos lançou, na última quinta-feira (15), o quadro "Cozinha com Pimenta", protagonizado pelo humorista baiano João Pimenta. Sem esquecer do seu lema "sempre p*to e esculhambando geral", no primeiro episódio João faz uma receita especial para o público: arroz com pimenta.
Depois de viralizar no seu perfil no Instagram (@joaoseupimenta) durante o isolamento social com o “Larica do Ódio”, o soteropolitano ensina, na base da comédia, vários tipos de "laricas", inclusive para as festividades de final do ano.
“Tá sendo bem legal trabalhar com uma galera que já admiro há tempos e ver também humoristas negros conquistando espaço no Brasil.”, conta João.
Jurados do Masterchef Brasil, Henrique Fogaça, Paola Carosella e Erick Jacquin irão para a cozinha no último episódio do MasterChef Para Tudo, exibido neste domingo (1º), a partir das 22h, na Band.
Os chefs, que usualmente provam a comida dos competidores agora mudam de lado e irão preparar um menu completo para os finalistas da sexta temporada: o campeão Rodrigo e a vica Lorena.
A entrada ficará por conta de Jacquin, que vai preparar vieras com pupunha e emulsão de moqueca, para homenagear o Brasil e a França. Já Paola Carosella irá cozinhar um nhoque de ricota de búfala com cenoura, sementes de mostarda e queijo paulista. Henrique Fogaça fecha a refeição servindo uma sopa quente de frutas vermelhas com soverte de zabaione, de sobremesa.
Durante o preparo da comida, Ana Paula Padrão conversará com os chefs sobre os momentos mais marcantes da temporada. "Para mim, foi a Dona Fátima. Ela não imaginava que eu ia chegar na casa dela e, quando ela me viu, ela me beijou e me abraçou. Foi uma felicidade muito grande, foi extraordinário. Foi lá que eu senti que o MasterChef não é só um talent show", diz Erick Jacquin.
Já Henrique Fogaça conta qual receita melhor seguiu a sua máxima de que "menos é mais". "O prato da final do Rodrigo, o tortellini de camarão em caldo asiático que ele apresentou, eu achei muito bom. Uma delícia. Simples, objetivo, saboroso e bem apresentado. Estava muito gostoso. Ele mereceu o troféu", avalia.
Paola Carosella explica porque definiu essa temporada como a temporada da empatia. "Uma coisa que acontece muito, cotidianamente, no MasterChef é a consideração com o outro, olhar para o outro - que é a empatia. E não somente com os participantes. É uma convivência muito intensa, durante quatro ou cinco meses", conta.
Ao final do programa a apresentadora irá anunciar o participante eliminado que ganhará um Short Gourmet Course na Le Cordon Bleu, em São Paulo.
Chef compra restaurante e espera avaliação do Guia Michelin em Salvador: 'Estou preparado'
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Ratinho
"Cara de viado".
Disse o apresentador Ratinho, que foi denunciado ao Ministério Público de São Paulo por homofobia após o comentário feito sobre o visual do cantor sertanejo Tiago Piquilo.