Artigos
Os “meninus” do trio
Multimídia
Apesar de críticas, novo Sedur defende agilidade para avanços em Salvador
Entrevistas
Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”
costa neto
O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), afirmou, em entrevista a um programa de rádio, nesta segunda-feira (13), que o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e o presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, “conversam muito”. O contato entre os dois, no entanto, está proibido por decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes.
A fala do governador foi proferida durante uma entrevista na rádio Jovem Pan. Na conversa, Mello afirmou: “O nosso presidente Valdemar conversa muito com o Bolsonaro, que é o presidente de honra [do PL]”.
Segundo o governador, Valdemar está amargurado com a proibição de Moraes, e que chegou a providenciar uma sala distante do seu gabinete na sede do partido para que não ficasse perto de Bolsonaro durante as suas passagens pelo prédio, em Brasília. “Espero que daqui a pouquinho eles possam conversar na mesma sala para se ajudar mais”, afirmou o governador.
JUSTIFICATIVA DO PL
Em nota oficial, a assessoria de comunicação do PL afirmou que Valdemar não mantém contato algum com Bolsonaro e afirmou que o presidente do partido tem respeito absoluto pelas determinações impostas pelo STF e ainda afirmou que qualquer declaração contrária é fruto de “equívoco ou mal-entendido”.
Alexandre de Moraes proibiu ambos de se comunicarem, no âmbito da Operação Tempus Veritatis, deflagrada em fevereiro de 2024 pela Polícia Federal, com o intuito de investigar uma suposta organização criminosa que teria atuado em uma tentativa de golpe para manter Jair Bolsonaro na presidência.
Segundo informações trazidas pelo portal UOL, em eventos que contam com a presença tanto de Valdemar quanto de Bolsonaro, o partido procura fazer com que eles cheguem em horários diferentes e se revezem no palco para falar, com o objetivo de não se encontrarem.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.