Artigos
O Paraguaçu sob ataque
Multimídia
Alex Santana revela convite de ACM Neto para assumir secretaria
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
corrupcao no futebol espanhol
Uma crise se instaurou na Real Federação Espanhola de Futebol (RFEF). Após o antigo presidente da entidade, Luis Rubiales, ser afastado por assédio à uma jogadora de futebol e mais tarde ter sido descobertos fraudes de contratos em sua gestão, o atual presidente, Pedro Rocha, foi acusado nesta sexta-feira (12), de participar dos crimes realizados durante o mandato de Luis Rubiales.
¡Ridículo mundial de la @RFEF! El 'mudo' Pedro Rocha, recién imputado en la investigación de las mordidas de Rubiales y que arrasó con los avales para convertirse en su nuevo presidente, finge hablar por su móvil para no responder a los periodistas y ocurre esto
— solofichajes123 (@solofichajes123) April 12, 2024
????@GonzaloPalafox pic.twitter.com/kxTZimKAyd
Pedro Rocha atualmente ocupa o cargo de presidente interino da Federação Espanhola, após o afastamento de Rubiales. Atualmente, Rocha é o único candidato das eleições presidenciais da RFEF, que acontecerá no dia 6 de maio.
O dirigente chegou ao Tribunal Superior de Justiça de Madri (TSJM) para prestar depoimento como testemunha, entretanto, saiu do tribunal como acusado.
"A magistrada titular (...) acordou na manhã de hoje mudar a condição processual de Pedro Rocha de testemunha a investigado" pelo "caso Brody", informou o tribunal.
Os supostos crimes cometidos por Pedro Rocha serão divulgados em breve, junto com a data do próximo depoimento do mandatário.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
João Roma
"A lei não pode ter lado político".
Disse o presidente estadual do PL na Bahia e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado, João Roma, utilizou as redes sociais nesta sexta-feira (19) para comentar a operação de busca e apreensão realizada pela Polícia Federal (PF), com autorização do Supremo Tribunal Federal (STF), que teve como um dos alvos o senador Jaques Wagner (PT), líder do governo no Senado.