Artigos
Avanços na cadeia produtiva dos jumentos no Nordeste
Multimídia
Após deixar Podemos, Raimundo da Pesca comenta convites e explica escolha pelo PSD
Entrevistas
VÍDEO: Sílvio Humberto fala sobre cultura de Salvador, critica Executivo e comenta pré-candidatura a deputado; confira entrevista
corrupcao no futebol espanhol
Uma crise se instaurou na Real Federação Espanhola de Futebol (RFEF). Após o antigo presidente da entidade, Luis Rubiales, ser afastado por assédio à uma jogadora de futebol e mais tarde ter sido descobertos fraudes de contratos em sua gestão, o atual presidente, Pedro Rocha, foi acusado nesta sexta-feira (12), de participar dos crimes realizados durante o mandato de Luis Rubiales.
¡Ridículo mundial de la @RFEF! El 'mudo' Pedro Rocha, recién imputado en la investigación de las mordidas de Rubiales y que arrasó con los avales para convertirse en su nuevo presidente, finge hablar por su móvil para no responder a los periodistas y ocurre esto
— solofichajes123 (@solofichajes123) April 12, 2024
????@GonzaloPalafox pic.twitter.com/kxTZimKAyd
Pedro Rocha atualmente ocupa o cargo de presidente interino da Federação Espanhola, após o afastamento de Rubiales. Atualmente, Rocha é o único candidato das eleições presidenciais da RFEF, que acontecerá no dia 6 de maio.
O dirigente chegou ao Tribunal Superior de Justiça de Madri (TSJM) para prestar depoimento como testemunha, entretanto, saiu do tribunal como acusado.
"A magistrada titular (...) acordou na manhã de hoje mudar a condição processual de Pedro Rocha de testemunha a investigado" pelo "caso Brody", informou o tribunal.
Os supostos crimes cometidos por Pedro Rocha serão divulgados em breve, junto com a data do próximo depoimento do mandatário.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"Lula vai ficar do lado de criminosos?"
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula.