Artigos
Violência política segue como barreira persistente para mulheres que ousam liderar no Brasil
Multimídia
"Nosso grupo tem 14 anos que não faz política em Salvador", diz Bacelar
Entrevistas
Após retorno à AL-BA, Luciano Ribeiro descarta disputa pela reeleição e diz estar focado na campanha de ACM Neto
cornea
Um novo aparelho para tratamento da doença ceratocone acaba de chegar no Hospital Santa Luzia, em Salvador. O tratamento é oferecido no hospital com preços populares para pacientes carentes.
Ceratocone é uma doença genética que provoca uma fragilidade no tecido da córnea, levando a um aumento progressivo da curvatura e irregularidade da mesma, prejudicando a visão. Os sintomas já aparecem na infância e a doença acomete 1 em cada 2.000 pessoas em média.
O “crosslinking do colágeno” é o tratamento realizado pelo novo aparelho no Hospital Santa Luzia. E visa impedir o avanço do ceratocone podendo inclusive, em alguns casos, regredir a doença.
“O Hospital Santa Luzia percebeu a demanda pelo tratamento e, em virtude da procura, decidiu disponibilizar o aparelho a um preço popular, justamente para atender à parcela da comunidade baiana que não teria condições de custear o tratamento por outro valor”, explica o oftalmologista Alexandre Príncipe, Vice-Diretor Médico do Hospital.
“Não há uma quantidade de vagas delimitada por enquanto, mas estamos aplicando esforços máximos para atender toda a demanda”, acrescenta.
Os interessados devem enviar um e-mail para [email protected] informando:
Nome completo,
Profissão
Estado civil
Nacionalidade
Endereço residencial
Para a comprovação de baixa renda familiar, poderá enviar cópia da CTPS com salário especificado, cópia do contracheque atual, comprovação de qualquer recebimento de benefício social do Governo ou cópia de contrato de trabalho de outra natureza.
Também é importante que os interessados encaminhem, caso haja, exames referentes ao diagnóstico da doença.

Artista sofreu lesão na córnea em decorrência dos três socos desferidos pelo motorista de taxi | Foto: Reprodução / Facebook
A cantora disse ainda que teve dificuldade para encontrar atendimento. “A partir daí iniciamos uma saga buscando atendimento. Não sabíamos se seguíamos pra Delegacia da Mulher, que de início parecia o caminho mais certo, onde teoricamente poderia ser melhor assistida e acolhida. Só que não... Ao chegar por lá fomos atendidas por uma senhora super mau humorada e sem muito trato pra acolher uma vítima de agressão. Ela nos informou que lá só poderiam ser acolhidos casos em que a vítima tivesse alguma relação com seu agressor. Então quer dizer: eu sou mulher, sofro uma agressão por ser mulher, mas não posso ser acolhida na delegacia da mulher?!!!”, indagou Aiace, que registou a ocorrência em uma delegacia comum, onde recebeu os primeiros socorros. Apesar da violência, a artista destacou os malefícios do “machismo, burocracia, preconceito, despreparo” e garantiu que não vai se calar. “Nós somos vítimas desse sistema falocêntrico há anos. Eu não fui a primeira vítima do machismo, mas espero muito que estejamos mais próximas de ver a última. Eles não vão nos calar!! Juntas somos muito mais fortes e não somos obrigadas a nada que a gente não queira! Não sou propriedade de ninguém e não vou aceitar calada. E se pra isso eu tiver que apanhar mais mil vezes, pode vir que eu aguento!”, escreveu.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Raimundinho da Jr
"Mulher negra de coração branco".
Disse o deputado Raimundinho da JR (PL) ao parabenizar Olívia Santana (PCdoB) durante a sessão da Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA) desta quarta-feira (25), que a parlamentar era uma mulher “de coração branco”.