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O ex-lateral Jorginho, ídolo do Flamengo, deixou claro que não pretende, em hipótese alguma, defender as cores do Sport. A declaração foi dada nesta quarta-feira (10), durante participação no podcast Basticast, quando o ex-jogador relembrou a histórica disputa envolvendo o título brasileiro de 1987.
"Eu nunca vou trabalhar no Sport. Eu sou campeão brasileiro de 1987 pelo Flamengo, eu já falei isso para os torcedores do Sport. É um clube que eu não tenho a menor condição de trabalhar porque não concordo. Eles tentaram me contratar duas vezes e eu falei: eu não vou falar que o Sport é campeão, e eles queriam que eu falasse. Eu falei: não. Eu não posso falar uma coisa que eu vivi, vivenciei dentro de campo", afirmou.
Pelo Flamengo, Jorginho atuou por cinco anos e somou 247 partidas, com 141 vitórias, 58 empates e 48 derrotas, além de marcar oito gols. Nesse período, conquistou títulos importantes como o Campeonato Carioca de 1986 e a Copa União de 1987, considerada por ele e por muitos torcedores como o Brasileirão daquele ano.
A POLÊMICA DE 87
O Campeonato Brasileiro de 1987 é um dos capítulos mais controversos da história do futebol nacional. Naquele ano, a CBF alegou não ter condições de organizar o torneio, o que levou os principais clubes do país a criarem o Clube dos 13 e a disputarem a Copa União, vencida pelo Flamengo.
Paralelamente, a CBF organizou um módulo próprio, vencido pelo Sport. No entendimento da entidade, os vencedores de cada módulo deveriam se enfrentar para definir o campeão nacional, o que não ocorreu. O Flamengo se recusou a disputar esse cruzamento, enquanto o Sport derrotou o Guarani e foi declarado campeão pela CBF.
Décadas depois, a briga chegou à Justiça, que reconheceu oficialmente o Sport como campeão brasileiro de 1987. Ainda assim, torcedores e jogadores do Flamengo, como Jorginho, seguem reivindicando a conquista da Copa União como título nacional legítimo.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Flávio Bolsonaro
"Lula vai ficar do lado de criminosos?"
Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula.