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copa do mundo de clubes feminina
A Fifa divulgou o país que sediará a Copa do Mundo Feminina de Clubes. O evento está marcado para 2028 e, assim como a edição masculina, acontecerá nos Estados Unidos. A decisão ocorreu em reunião do Conselho da Federação Internacional de Futebol, realizada em Zurique no dia 15 de outubro, mas foi oficializada na tarde desta quinta-feira (22).
Em nota oficial, a organização explicou a escolha pelo país: "A decisão levou em conta a experiência do país (EUA) na organização de torneios da Fifa, a maturidade de sua infraestrutura e de seus serviços, bem como o nível de interesse das partes interessadas no futebol feminino no país".
Todavia, o torneio terá datas diferentes da última competição. Se o Supermundial masculino foi realizado entre junho e julho, a edição feminina acontecerá em janeiro - mais precisamente entre os dias 5 e 30.
Assim como no torneio masculino, o acesso à competição será definido com base nos resultados esportivos dos clubes na principal competição continental de suas respectivas confederações. Até agora, sete equipes estão confirmadas na disputa: Arsenal FC (Inglaterra), Club América (México), FC Barcelona (Espanha), Gotham FC (Estados Unidos), Naegohyang FC (Coreia do Sul), SC Corinthians (Brasil) e Wuhan Jiangda (China).
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Júlio Pinheiro
“Eu acho que na democracia cabe a representação de qualquer forma, desde que ela seja validada pelas urnas. Eu entendo que a rede social é um instrumento, ela não pode ser a base política, porque a base política ela precisa expressar anseios da sociedade que sejam calcados em coisas concretas, certo?".
Disse o deputado estadual eleito Júlio Pinheiro (PT), ao comentar em entrevista ao Bahia Notícias no Ar, na Antena 1 Salvador (100.1) nesta segunda-feira (21), sobre a popularização da modalidade de “políticos influencers”, aqueles parlamentares que se elegem com forte apelo das redes sociais e conteúdos virais. Segundo o ex-prefeito de Amargosa, “na democracia cabe a representação de qualquer forma”, mas é necessário avaliar o conteúdo produzido e incentivado pelos candidatos nas redes sociais.