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copa do mundo 2030
A Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) se antecipou ao cenário eleitoral da Fifa e declarou apoio "de maneira unânime" a uma possível reeleição de Gianni Infantino para a presidência da entidade máxima do futebol mundial. O anúncio foi feito pelo presidente Alejandro Domínguez, em uma publicação no X, na última quinta-feira (9).
El Consejo de la CONMEBOL manifestó de manera unánime su respaldo a la gestión de Gianni Infantino al frente de la FIFA, ante una eventual postulación a la reelección para el período 2027–2031.
— Alejandro Domínguez (@agdws) April 9, 2026
Presidente, gracias por su compromiso permanente con el desarrollo del fútbol… pic.twitter.com/NQhDlx18BI
"O Conselho da CONMEBOL manifestou de maneira unânime seu respaldo à gestão de Gianni Infantino à frente da FIFA, ante uma eventual postulação à reeleição para o período 2027–2031. Presidente, obrigado por seu compromisso permanente com o desenvolvimento do futebol sul-americano e pelo liderança impulsionada a nível global", escreveu Domínguez.
Apesar de ainda não ter oficializado candidatura, o dirigente suíço-italiano é considerado favorito para disputar um quarto mandato consecutivo nas eleições previstas para 2027.
O posicionamento da Conmebol marca o primeiro respaldo público de uma confederação continental ao atual presidente da Fifa. A decisão foi tomada após reunião do Conselho da entidade sul-americana, que reúne dez federações, incluindo Brasil e Argentina.
Infantino é presidente da Fifa desde 2016, quando assumiu a função após o escândalo conhecido como "Fifagate". Desde então, foi reconduzido ao posto por aclamação nas eleições de 2019 e 2023.
O apoio ocorre em meio a articulações políticas no cenário do futebol internacional. O próprio Domínguez tem defendido a ampliação da Copa do Mundo de 2030, sugerindo o aumento de 48 para 64 seleções como forma de celebrar o centenário do torneio.
A proposta, no entanto, ainda não conta com o respaldo público de Infantino e enfrenta resistência de outras lideranças do futebol mundial.
A edição de 2030 terá jogos distribuídos em diferentes continentes. Paraguai, Uruguai e Argentina receberão partidas comemorativas, enquanto Espanha, Portugal e Marrocos serão os principais anfitriões do torneio.
Após a confirmação da Fifa, na última quarta-feira (11), que Espanha, Portugal e Marrocos vão sediar a Copa do Mundo de 2030, foi revelada também a construção do maior estádio do mundo no Marrocos.
As três primeiras partidas serão na Argentina, Uruguai e Paraguai para comemorar o centenário da primeiro edição do torneio.
Já a final ainda não tem local definido, mas a disputa entre os países está acirrada. A Espanha tem o desejo de realizar o duelo das Seleções finalistas no Santiago Bernabéu, em Madri, que foi modernizado recentemente.
No entanto, o Marrocos entrou na briga para sediar a finalíssima, desejando que a partida aconteça no maior estádio do mundo, o Grand Stade Hassan II, em Casablanca, com capacidade para 115.000 pessoas.
Os planos e o design do estádio já foram definidos e o estádio está marcado para estar pronto para uso em 2030.
O principal elemento da arena será uma tenda de alumínio que pretende cobrir grande parte do espaço, além de ter a maior capacidade de público dentre todos os estádios.
Confira a seguir as imagens do Grand Stade Hassan II:

Foto: Divulgação
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Foto: Divulgação
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Foto: Divulgação
A Fifa anunciou, nesta quarta-feira (11), as sedes das edições de 2030 e 2034 da Copa do Mundo. O Mundial de 2030 será disputado em Espanha, Marrocos e Portugal, com três jogos realizados na América do Sul (um em Uruguai, Argentina e Paraguai, respectivamente), como parte da Celebração do Centenário, em homenagem aos 100 anos do primeiro torneio, ocorrido no Uruguai em 1930. Já em 2034, a Arábia Saudita, única candidata, foi confirmada como sede.
A edição de 2030 terá a fase principal sediada em 20 estádios, sendo 11 na Espanha, seis no Marrocos e três em Portugal. As partidas na América do Sul ocorrerão antes da abertura oficial, com o primeiro jogo marcado para o Estádio Centenário, no Uruguai. A Argentina utilizará o Monumental, enquanto o Paraguai ainda definirá seu estádio.
A candidatura conjunta de Espanha, Portugal e Marrocos recebeu uma avaliação técnica média de 4,2 (de um máximo de 5), enquanto o trio sul-americano obteve nota 3,6, devido a preocupações moderadas com estádios, transporte e acomodações.
A Arábia Saudita será o palco do Mundial de 2034, marcando a primeira edição da Copa no país. A proposta inclui partidas em 15 estádios, distribuídos em cinco cidades: Riade, Jidá, Abha, Al Khobar e a futurista Neom, um projeto de cidade sustentável localizada na costa do Mar Vermelho. O King Salman Stadium, em Riade, foi escolhido para receber a abertura e a final.
A candidatura saudita também obteve nota 4,2, mas enfrenta críticas de organizações internacionais de direitos humanos, que questionam a escolha do país como sede. A Noruega chegou a formalizar uma reclamação junto à Fifa.
As sedes foram confirmadas em um Congresso Extraordinário da Fifa, realizado virtualmente, onde as candidaturas foram aprovadas por aclamação após inspeções técnicas. Segundo o presidente da Fifa, Gianni Infantino, as escolhas reforçam a missão de “celebrar o futebol em escala global, respeitando a história e olhando para o futuro”.
O 78º Congresso da Conmebol ocorreu nesta quinta-feira (11), onde o presidente da CBF, Ednaldo Rodrigues, esteve presente. O evento aconteceu na cidade de Luque, no Paraguai, e teve a presença de Gianni Infantino, presidente da FIFA. Alejandro Domínguez, presidente da Conmebol, e alguns membros do conselho aproveitaram a reunião para manifestar apoio à candidatura do Brasil para a Copa do Mundo Feminina de 2027.
O anúncio da nova sede da Copa Feminina será feito no dia 17 de maio em um Congresso que será realizado na Tailândia. EUA e México e Belgica, Alemanha e Holanda são os países que também pretendem sediar o evento.
"Foi muito bom receber o apoio dos países do nosso continente ao projeto brasileiro. A América do Sul merece a Copa do Mundo Feminina, que até então não recebeu o evento. O Mundial será muito importante para fortalecer o futebol feminino em todos os países do nosso continente. Esse apoio nos dá mais força para continuar trabalhando pelo sucesso da nossa candidatura", contou o presidente da CBF.
Enquanto discursava, Dominguez ressaltou a importância da Copa do Mundo Feminina para a América do Sul e realizou um apelo ao presidente da Fifa.
"Presidente, não poderia deixar de fazer esse apelo: a Copa do Mundo Feminina de 2027 deve ser disputada pela primeira vez na história na América do Sul", comentou.
Combate ao racismo, Copa do Mundo de 2030 também foram dois dos temas discutidos no Congresso. Sobre o primeiro, Infantino reforçou novamente o tema de combate ao racismo que será discutido no próximo evento realizado pela entidade. A respeito da Copa do Mundo, o congresso assinou um documento oficial, garantindo a realização da Competição em três continentes diferentes. Argentina, Paraguai e Uruguai serão os continentes da América do Sul, Marrocos da África e Portugal e Espanha na Europa.
Espanha, Marrocos e Portugal realizaram, nesta terça-feira (19), uma candidatura através da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), sediada em Lisboa, para divulgar os detalhes da campanha para sediar a Copa do Mundo de 2030. Assuntos como a identidade visual e o tema "Yalla Vamos, 2030", utilizando palavras em árabe e espanhol, foram pautas na apresentação.
O português António Laranjo, coordenador da candidatura dos três paises para a Copa de 2030 sugeriu que a final da competição seja realizada na Espanha ou em Marrocos em caso de garantia da campanha. Portugal não se elege como país da final por não ter estádios com capacidades para, no mínimo, 80 mil torcedores e não pretende aumentar a capacidade das arenas. Os estádios de Portugal para a disptua da copa já estão definidos, são eles Estádio da Luz, Alvalade, de Lisboa e Estádio do Dragão.
Alguns jogadores também foram selecionados para serem embaixadores da candidatura. Morata e Iniesta foram escolhidos para representar a Espanha, Luis Figo e Cristiano Ronaldo representam Portugal e Hakimi ficará à frente do Marrocos.
"Temos costumes diferentes, tradições diferentes e, mesmo assim, está claro que trabalhando junto teremos muito mais em comum do que as diferenças. Nosso logotipo representa elementos-chave da nossa localização geográfica, o sol, elemento que faz nossos países serem destinos turísticos no mundo", ressaltou António Laranjo.
É importante recordar que o Uruguai será palco para o primeiro jogo da Copa do Mundo de 2030, como forma de homenagear a primeira edição do Mundial, realizando em 1930, Argentina e Paraguai também receberão jogos da primeira rodada, segundo informação divulgada pela FIFA.
A próxima etapa dos países será apresentar a candidatura formalmente, que será feira em julho de 2024. A decisão final sobre a sede da Copa do Mundo será tomada ainda neste ano, numa votação do Congresso da Fifa.
Nascido na Espanha, o meio-campista Brahim Díaz, do Real Madrid, optou por defender as cores da Seleção Marroquina de futebol. O jogador de 24 anos será o grande nome da seleção africana na Copa do Mundo de 2030.
Brahim nasceu em Málaga, cidade da Andaluziam, na costa sul da Espanha, no Mediterrâneo. O jogador possui ascendencia marroquina, seu pai nasceu em Melilla - cidade autônoma espanhola localizada no norte da África, que faz fronteira com Marrocos por terra -, e sua avó paterna nasceu no Marrocos.
Um dos destaques do Real Madrid na temporada, Brahim esperou sete anos por uma chance real na seleção espanhola, porém, a chance não chegou. Em 2021 foi convocado, mas não chegou a entrar em campo com a camisa de La Roja.
Ao contrário da Espanha, Marrocos observa Brahim Díaz desde 2017, e quer o meio campista como o protagonista de seu projeto esportivo. Nos próximos dias, Brahim deverá ser anunciado por Marrocos como novo jogador da seleção.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Fabíola Mansur
"As pessoas estão fazendo apenas matemática eleitoral, que a gente chama pragmatismo político, e esqueceram o programa político. É preciso ter uma identidade".
Disse a deputada estadual Fabíola Mansur (PV) ao criticar a falta de preocupação com pautas ideológicas na política.