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coordenadora de futebol feminino
A convidada do podcast BN na Bola desta terça-feira (13) foi Many Gleize, coordenadora do futebol feminino do Vitória. Durante a conversa com Thiago Tolentino e Beatriz Santos, a dirigente destacou a evolução do futebol feminino a nível nacional em termos de estrutura e investimento financeiro.
“Nacionalmente falando, se valorizou muito. Foi até um crescimento financeiro muito grande comparado ao que vimos outras jogadoras lá de trás passarem. Hoje já se tem mais estrutura, uma obrigatoriedade da Fifa, o que ajudou bastante o futebol feminino a crescer. A partir do momento em que a Fifa e a Conmebol se uniram para obrigar os times do futebol masculino que se classificam para competições internacionais a ter um time feminino foi quando vimos as equipes se movimentando e contribuindo com o crescimento do futebol feminino”, disse.
Many Gleize ressaltou que o acesso foi garantido de forma merecida, já que o Vitória se colocou como uma das melhores equipes do torneio. Para ela, o foco agora é em montar um elenco competitivo para fazer uma boa campanha nesta temporada.
Many também analisou o panorama nordestino em termos de evolução. De acordo com a coordenadora do Vitória, existem atletas talentosas na região, mas a falta de investimento faz com que muitas jogadoras escolham o futebol do sul e do sudeste por questões salariais.
“O nosso cenário é o seguinte: temos muitas atletas. O nordeste é um celeiro de craques e tem muita atleta boa aqui. Nós precisamos ter patrocínio, ter investimento aqui, caso contrário nós vamos continuar perdendo jogadoras para o sul e o sudeste, porque a diferença salarial é bem grande”, destacou.
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Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Eduardo Girão
“O Senado está totalmente prostrado. A gente vê uma comissão de ética que não foi instalada na legislatura do Davi Alcolumbre. A condução dele como presidente é uma tragédia anunciada, tanto é que eu votei contra ele. Não apenas isso, eu fui candidato contra ele até o final. Eu fico extremamente preocupado quando vejo o PL, por exemplo, que é um partido grande da oposição, apoiar o Alcolumbre e votar nele. Com a exceção do senador Marcos Pontes que se rebelou contra o próprio partido e foi até o final também. Eu tive quatro votos, o astronauta Marcos Pontes teve quatro votos, e o Davi nadou de braçada".
Disse o senador Eduardo Girão (Novo) ao fazer uma série de críticas à gestão do presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União). Em entrevista à rádio Antena 1 Salvador, nesta segunda-feira (14), o candidato a vice-presidente na chapa de Romeu Zema disse que a Comissão de Ética do Senado não tem funcionado e acusou Alcolumbre de engavetar pedidos de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).