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coordenador de hospital
Servidores do Hospital Geral de Ipiaú (HGI), no Médio Rio de Contas, procuraram a imprensa para denunciar supostas práticas de assédio moral cometidas pelo coordenador de Transportes da unidade hospitalar. Segundo os relatos, o coordenador mantém um comportamento recorrente de desrespeito, utilizando-se de chacotas e piadas ofensivas direcionadas aos profissionais da equipe.
Os trabalhadores, que optaram pelo anonimato por medo de retaliações, afirmam que as condutas não são casos isolados no ambiente de trabalho. Um dos denunciantes relatou que, embora o comportamento seja de conhecimento de muitos, nenhuma providência foi tomada pela gestão até o momento.
Outro colaborador detalha o Giro em Ipiaú, parceiro local do Bahia Notícias, que o grupo já tentou diversas formas de cessar os abusos, mas não obteve sucesso.
Em resposta às denúncias, a direção do Hospital Geral de Ipiaú enviou uma nota oficial informando que não compactua com qualquer tipo de assédio e que, até o momento, não possui registro formal sobre o comportamento do coordenador em seus canais internos.
A gestão ressaltou que, caso uma manifestação oficial seja apresentada, os fatos serão devidamente apurados com seriedade e respeito aos trâmites legais.
O assédio moral no trabalho é caracterizado por atitudes repetitivas que humilham e constrangem o trabalhador, podendo causar graves danos psicológicos e comprometer a saúde dos profissionais.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.