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cooperfarms
O diretor da Cooperativa de Produtores Rurais (Cooperfarms), André de Oliveira, projetou a criação de mais de 17 mil empregos — 2 mil formais e mais de 15 mil informais, derivados dos investimentos no Polo Industrial de Luís Eduardo Magalhães, na Bacia do Rio Grande. Entrevistado pelo Bahia Notícias no Bahia Farm Show, André ressaltou a importância do evento e destacou a evolução tecnológica trazida pelo agronegócio à cidade.
Ainda na entrevista, o diretor apontou a importância da cooperativa para a economia da região, que hoje é uma das maiores exportadoras de milho e sorgo na Bahia e principal organização comprometida a agregar valor e desenvolver Luís Eduardo Magalhães industrialmente.
"Hoje nossos cooperados são responsáveis por 1/3 da exportação de milho do estado, mas, para transformar o capital da região, precisamos industrializar a produção de derivados e agregar valor aos frutos do produtor regional", explicou o diretor.
PROJETO INDUSTRIAL
Perguntado sobre o projeto do polo industrial de Luís Eduardo Magalhães, o diretor da Cooperfarms projetou um grande avanço para toda a população do município. Além das 17 mil vagas geradas pelas demandas do complexo, a cooperativa espera trazer anualmente para a região mais de R$ 1 bilhão em receita com produções do polo.
Entre os principais projetos, está o plano de implementar um frigorífico suíno que transformaria a capital do Matopiba em referência de exportação de carne na região. "Estamos negociando com a Cooperativa Aurora para implantar um complexo renovável e que agregue mais valor à produção da Bacia do Rio Grande", afirmou o diretor.
"A ideia é utilizar os insumos produzidos aqui, como a soja e o milho, para produzir ração aos animais. "Assim, poupamos gastos com exportações de ração, agregamos valor à commodity produzida aqui e incentivamos ainda mais o projeto de industrialização e verticalização no município", completou o diretor.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Eduardo Girão
“O Senado está totalmente prostrado. A gente vê uma comissão de ética que não foi instalada na legislatura do Davi Alcolumbre. A condução dele como presidente é uma tragédia anunciada, tanto é que eu votei contra ele. Não apenas isso, eu fui candidato contra ele até o final. Eu fico extremamente preocupado quando vejo o PL, por exemplo, que é um partido grande da oposição, apoiar o Alcolumbre e votar nele. Com a exceção do senador Marcos Pontes que se rebelou contra o próprio partido e foi até o final também. Eu tive quatro votos, o astronauta Marcos Pontes teve quatro votos, e o Davi nadou de braçada".
Disse o senador Eduardo Girão (Novo) ao fazer uma série de críticas à gestão do presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União). Em entrevista à rádio Antena 1 Salvador, nesta segunda-feira (14), o candidato a vice-presidente na chapa de Romeu Zema disse que a Comissão de Ética do Senado não tem funcionado e acusou Alcolumbre de engavetar pedidos de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).