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contrabando de cigarros
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu cerca de 380 mil maços de cigarros contrabandeados durante uma fiscalização realizada nesta quarta-feira (4) em Correntina, no Extremo Oeste baiano. A apreensão ocorreu na altura do km 941 da BR-349 durante abordagem a um caminhão.
Segundo a PRF, o motorista apresentou notas fiscais de uma carga composta por macarrão instantâneo, papel higiênico e copos descartáveis. O homem contou que a mercadoria havia saído de Feira de Santana com destino a Catalão.
Desconfiados, os policiais realizaram uma inspeção no compartimento de carga quando encontraram, embaixo de caixas, centenas de caixas de cigarros, de marca sem registro na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e com comercialização proibida no Brasil.
Aos agentes, o condutor confessou que receberia pagamento em dinheiro para transportar a carga ilícita até o destino final.
Ele foi preso em flagrante e encaminhado, junto com o veículo e a mercadoria apreendida, para a delegacia de Correntina. O homem vai responder pelo crime de contrabando.
Uma operação da Polícia Federal (PF) e do Ministério Público do Estado (MP-BA) cumpre nesta terça-feira (2) oito mandados de busca e apreensão contra acusados de contrabando de cigarros, de origem paraguaia, e lavagem de dinheiro.
As ações fazem parte da Operação Voluta e ocorrem em Feira de Santana, Antônio Cardoso, São Gonçalo dos Campos, as três no Portal do Sertão; e Santo Antônio de Jesus, no Recôncavo. Segundo a PF, a apuração começou em 2019 a partir de uma apreensão de centenas de pacotes de cigarros contrabandeados.

Foto: Divulgação / Polícia Federal
Com isso, aponta a PF, se revelou a existência de uma estrutura criminosa voltada ao contrabando e à posterior ocultação dos lucros obtidos com a atividade ilícita.
No curso das investigações, os agentes ainda identificaram diversas operações financeiras incompatíveis com a renda declarada dos investigados, além da utilização de terceiros, empresas fictícias e aquisições patrimoniais com indícios de dissimulação da origem dos recursos.
Em caso de comprovação das suspeitas, os investigados poderão responder pelos crimes de lavagem de dinheiro e associação criminosa, sem prejuízo de outras infrações penais eventualmente identificadas no decorrer das investigações.
Além da PF atua na Operação Voluta o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco/MP-BA).
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
André Viana
"Quando você tem o monitoramento nos parlatórios, onde não é possível efetuar essa difusão de tratativas, determinações por parte da liderança para o mundo aqui fora, você traz o isolamento para o crime e nos ajuda por demais no enfrentamento à criminalidade".
Disse o delegado-geral da Polícia Civil da Bahia (PC-BA), André Viana ao defender a ampliação do monitoramento nos parlatórios dos presídios de segurança máxima do estado. Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta sexta-feira (18), o delegado afirmou que a medida ajudaria a bloquear a comunicação entre detentos e integrantes de organizações criminosas do lado de fora das unidades prisionais.