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contra quem bia haddad vai jogar
Após se tornar apenas a segunda mulher brasileira a chegar às semifinais de Roland Garros, ao lado de Maria Esther Bueno (finalista em 1964), Bia Haddad irá enfrentar a polonesa Iga Swiatek, nesta quinta (8), às 11h30.
A vaga entre as quatro melhores tenistas do Grand Slam parisiense veio depois que a paulista venceu a tunisiana Ons Jabeur, de virada, por 2 sets a 1, na qual Bia disse ser uma das maiores vitórias da sua carreira.
"Acho que foi uma das maiores e especiais vitórias para mim. Até porque a Jabeur é uma jogadora que respeito muito. É muito difícil chegar aqui. Estou muito orgulhosa, e acho que meu rosto mostrou isso. Trabalhar duro às vezes funciona", disse a tenista de 27 anos.
A partida entre Bia Haddad e Iga Swiatek, número 1 do ranking da WTA, será disputada na Philippe Chatrier, quadra principal de Roland Garros, na primeira oportunidade de Bia jogar no local.
"Não é fácil pisar na Chatrier pela primeira vez. Eu nunca tinha jogado lá", disse a Bia Haddad que também projetou o duelo desta quinta-feira: "Ela é a número 1 e é uma das melhores jogadoras que temos desde o ano passado. É uma tenista jovem, uma pessoa legal e já ganhou duas vezes aqui. Vou tentar aproveitar, jogar todos os pontos, dar o meu melhor e pensar nas coisas que preciso melhorar também. Vou deixar tudo na quadra, não tenho nada a perder", concluiu a brasileira.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.