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Uma agressão brutal mobilizou uma guarnição do 17º Batalhão de Polícia Militar (BPM) no início da tarde desta segunda-feira (27), no Residencial Gurungas, em Guanambi, no sudoeste da Bahia. Um homem de 33 anos foi preso em flagrante, suspeito de atingir a cabeça de um homem de 35 anos com um pedaço de bloco de concreto.
Segundo informações do Achei Sudoeste, parceiro do Bahia Notícias, a ocorrência teve início por volta das 12h30, quando o Centro Integrado de Comunicações (Cicom) acionou os policiais militares para averiguar uma denúncia de lesão corporal na Rua H. Ao chegarem ao local, os agentes encontraram a irmã da vítima, de 33 anos, que tentava socorrer o irmão.
A vítima estava caída no chão e apresentava intenso sangramento na cabeça, decorrente da pancada. De acordo com o depoimento prestado pela testemunha, o agressor tentou avançar novamente contra o irmão e desferir um segundo golpe com o bloco de concreto enquanto a vítima recebia auxílio. O homem, no entanto, foi contido por populares que presenciaram a cena.
Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) prestou os primeiros socorros e conduziu a vítima em estado grave ao Hospital Geral de Guanambi (HGG).
Após o atendimento médico inicial, a testemunha indicou aos policiais o local onde o agressor havia se escondido. A guarnição da Polícia Militar localizou o suspeito nas proximidades. Ele não ofereceu resistência à abordagem e foi conduzido diretamente à Delegacia Territorial de Guanambi, onde permanece à disposição da Justiça.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
ACM Neto
"Tentativa de interferir no processo eleitoral com a criação e divulgação de factoides e insinuações mentirosas e falsas, através de vazamentos seletivos, que buscam associar indevidamente meu nome a situações que nunca tive envolvimento".
Disse o candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil) ao se pronunciar sobre o pedido da Polícia Federal (PF) para realizar uma busca e apreensão relacionada a ele no âmbito da 10ª fase da Operação Overclean, deflagrada nesta quinta-feira (17). A medida, no entanto, foi negada pelo ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal (STF).