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Artigos

Alex Bastos
Avanços na cadeia produtiva dos jumentos no Nordeste
Foto: Divulgação

Avanços na cadeia produtiva dos jumentos no Nordeste

A decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) reconheceu, sem questionamentos, a legalidade da atividade dentro das normas vigentes. Essa decisão está em plena consonância com o arcabouço jurídico brasileiro que regula a produção e a inspeção de produtos de origem animal. O Poder Legislativo por meio das Leis Federais nº 1.283/1950 e nº 7.889/1989 estabeleceram as bases da inspeção industrial e sanitária desses produtos no país, criando um sistema de fiscalização estruturado e reconhecido internacionalmente.

Multimídia

Após deixar Podemos, Raimundo da Pesca comenta convites e explica escolha pelo PSD

Após deixar Podemos, Raimundo da Pesca comenta convites e explica escolha pelo PSD
O deputado federal Raimundo Costa (PSD) comentou, nesta segunda-feira (9), sua filiação ao Partido Social Democrático (PSD) após deixar o Podemos. Em declaração ao Projeto Prisma, podcast do Bahia Notícias, ele detalhou a motivação da mudança partidária.

Entrevistas

VÍDEO: Sílvio Humberto fala sobre cultura de Salvador, critica Executivo e comenta pré-candidatura a deputado; confira entrevista

VÍDEO: Sílvio Humberto fala sobre cultura de Salvador, critica Executivo e comenta pré-candidatura a deputado; confira entrevista
Foto: Divulgação
O vereador Sílvio Humberto (PSB), presidente da Comissão de Cultura da Câmara Municipal de Salvador, falou sobre o cenário cultural da capital baiana, criticou a gestão municipal, comentou a relação entre o Legislativo e o Executivo e também abordou a possibilidade de disputar uma vaga na Câmara dos Deputados nas eleições de 2026. Em entrevista ao Bahia Notícias, o parlamentar avaliou o Plano Municipal de Cultura, fez críticas à administração do prefeito Bruno Reis e afirmou que pretende ampliar o debate sobre representação política e desenvolvimento da cidade.

commanches do pelo

VÍDEO: Presidente do Commanches do Pelô se chateia com ‘pressa’ do trio na comemoração dos 50 anos: “Respeite esse bloco cinquentenário”
Foto: Juracy Feitosa / Bahia Notícias

O bloco indígena Commanches do Pelô completa 50 anos no carnaval 2024, mas apesar do clima de celebração, uma situação gerou chateação na diretoria da agremiação. O presidente do bloco, Jorginho Comancheiro, se ‘retou’ com a velocidade que o trio andava no circuito Osmar (Campo Grande), na noite deste domingo (11), e pediu mais de uma vez para que o motorista reduzisse e parasse na passarela da imprensa. 

 

 

 

“É o seguinte, esse trio é para parar um pouquinho aí. Eu falei isso no Conselho do Carnaval. Atenção trio, é pra parar um pouquinho aí, são 50 anos também de Commanches, eu quero ver a palma do meu povo, eu quero ver o meu povo brincar, é pra ficar aí um pouquinho parado”, reclamou. 

 

“Não é pra ir não, é pra ficar aqui. Agradeço ao Carnaval Ouro Negro, agradeço à prefeitura, o Estado, mas, por favor, respeite esse bloco cinquentenário. É pra ficar aqui mais um pouquinho”, desabafou. 

 

Resistência indígena no carnaval de Salvador, o Commanches do Pelô está entre as 132 entidades classificadas pelo edital Ouro Negro do Governo da Bahia, que neste ano investe R$ 14,7 milhões a blocos afro, afoxés, samba, reggae e blocos de índio.

 

Foto: Juracy Feitosa / Bahia Notícias

 

Foto: Juracy Feitosa / Bahia Notícias
 

Foto: Juracy Feitosa / Bahia Notícias

Resistência indígena no Carnaval de Salvador, bloco Commanches completa 50 anos: "Nós estamos aqui"
Foto: Bianca Andrade/ Bahia Notícias

Resistência no Carnaval de Salvador, o Bloco Commanches do Pelô, um dos mais tradicionais da folia baiana, entra para o time dos cinquenta em 2024 e divide holofotes com os homenageados pela Prefeitura e Governo, os blocos afro.

 

Um mês mais velho que o mais belo dos belos, o "irmão de tradição" Ilê Aiyê, o Commanches do Pelô irá colocar o bloco na rua em meio às dificuldades vividas por grande parte das agremiações que fogem o meio comercial, a falta de investimento.

 

 

O apelo feito por Jorginho Comancheiro, presidente do Bloco Commanches do Pelô, é de mais atenção aos blocos de tradição da cidade. 

 

"Fazer 50 anos não é qualquer coisa. Nós entramos no time dos 'enta', mas não estamos sozinhos. E sozinhos nós não podemos. O que eu quero que a prefeitura, o governo do estado e federal entendam é que somos todos uma tradição, eu quero que olhem para todos e olhem para o indígena também com o mesmo olhar do coração, o mesmo olhar cultural e a mesma assistência, porque tudo começou com os indígenas. Nós somos precursores de tudo isso", disse ao Bahia Notícias.

 

Foto: Bianca Andrade/ Bahia Notícias

 

Contemplado pelo edital Ouro Negro do Governo da Bahia, que neste ano investe R$ 14,7 milhões em 132 entidades afro, afoxés, samba, reggae e blocos de índio, para a realização dos desfiles carnavalescos, o Commanches recebe R$ 200 mil para a festa, mas busca uma atenção maior para além dos seis dias de folia.

 

Das 132 entidades classificadas, apenas dois são "blocos de índio" e levam a história dos povos originários para a avenida. O Commanche e o Apaches do Tororó, uma tradição que foi perdida desde o surgimento dos primeiros blocos na década de 60. "Esse é um ano de muitas tradições expostas, vocês não podem imaginar o que nós fizemos e o que deixamos de fazer para conseguir celebrar 50 anos de Carnaval da Bahia", conta Jorginho.

 

Com 50 anos nas costas, o Commanches sobrevive como uma marca de quem por aqui já passou e deseja continuar fazendo história, mas para isso, é necessário espaço e investimento.

 

"A importância de levar nosso bloco para rua é para que as pessoas entendam que nós, entidades de raízes culturais, somos responsáveis por grandes artistas, dançarinos, cantores, sambistas, percussionistas. Na hora que a gente não tem forças para ajudá-los, nós ficamos frustrados."

 

Ao Bahia Notícias, Jorginho reforça o trabalho feito pela agremiação para além do Carnaval e a importância de se olhar para os "blocos de índios" durante todo o ano e não apenas em datas pontuais.

 

"As entidades hoje não fazem só o Carnaval, nós trabalhamos o ano todo nas comunidades e sedes. O Comanches faz 50 carnavais, nosso bloco infantil está fazendo 10 anos. São nossos netos, nossos filhos, a outra geração que irá passar nossa cultura para frente e tomar conta do Comanches. A importância de olharem para essas instituições é manter a cultura viva. Eu não tenho nada contra quem vem ganhar os milhões aqui, sou músico profissional desde criança, mas separe o nosso."

 

 

O showman, como se descreve, ainda fez um apelo de união dos blocos como forma de continuar resistindo:

 

"Nós estamos aqui, somos nativos. Nós não pegamos dinheiro para depois ir para a Europa não, nós estamos aqui fazendo samba, partido alto o ano todo, tocando os tambores, fazendo canções. E é por isso que eu faço um apelo, para todos, se é o Carnaval dos cinquentões, vamos todos juntos."

Curtas do Poder

Ilustração de uma cobra verde vestindo um elegante terno azul, gravata escura e língua para fora
Na política, o de cima sobe e o de baixo desce. Mas, às vezes, tentando fazer você acreditar que o mundo tá ao contrário. Exemplo: quando o Soberano tá "sobrevivendo" e Cunha acredita que não tá quase na porta do Sine. Mas o presente que o Galego ganhou de aniversário também não foi lá dos melhores. Mas vale lembrar os políticos de há de se ter prioridades. Parece que tem gente que só foca em trend, enquanto deixa a aula de português de lado... Saiba mais!

Pérolas do Dia

Flávio Bolsonaro

Flávio Bolsonaro
Foto: Reprodução Redes Sociais

"Lula vai ficar do lado de criminosos?"

 

Disse o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao fazer duras críticas à atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na área da segurança pública. Flávio, pré-candidato do PL a presidente nas eleições de outubro, citou o projeto de lei antifacção, aprovado pelo Congresso Nacional em fevereiro e que ainda não foi sancionado por Lula. 

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