Artigos
Os “meninus” do trio
Multimídia
Apesar de críticas, novo Sedur defende agilidade para avanços em Salvador
Entrevistas
Afonso Florence garante candidatura de Lula em 2026 e crava retorno ao Congresso: “Sou parlamentar”
coletivo flores do sisal
O movimento LGBTI+ da cidade de Serrinha está de luto após a morte de Lucas Cruz de Jesus, conhecido como "Duduka", um dos fundadores do Coletivo Flores do Sisal. O jovem de 33 anos foi assassinado a tiros na madrugada desta sexta-feira (20) em sua residência, no bairro Vista Alegre.
Segundo informações da Polícia Civil ao Calila Notícias, parceiro do Bahia Notícias, o crime ocorreu por volta de 01h50. Testemunhas relataram ter ouvido disparos e gritos de socorro. Ao chegar no local, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) constatou que Duduka já estava sem vida.
O corpo da vítima apresentava marcas de tiros na cabeça e no tórax. A Polícia Civil investiga o caso e trabalha com a hipótese de que o crime tenha sido motivado por homofobia, devido ao ativismo de Lucas na comunidade LGBTI+.
O Coletivo Flores do Sisal, do qual Duduka era um dos fundadores, emitiu uma nota de pesar e indignação, pedindo justiça e condenando o crime. "Duduka era um símbolo de luta e resistência por um mundo mais justo para a comunidade LGBTQIA+", diz a nota.
A organização ressalta que a morte de Lucas é mais um exemplo da violência que a comunidade LGBTI+ enfrenta diariamente e exige que as autoridades investiguem o caso com rigor e punam os responsáveis.
A morte de Lucas Cruz é um triste lembrete da luta que a comunidade LGBTI+ ainda enfrenta por respeito e igualdade. Ao todo a Bahia teve um aumento de 8% no número de mortes motivadas pelo preconceito de pessoas LGBTQIAP+, com 257 pessoas mortas somente em 2023, segundo o Grupo Gay da Bahia.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Janja da Silva
"Hoje estabelecemos um marco para a sociedade brasileira, representada pelos três poderes, aqui presentes. Todos assumiram o compromisso e a responsabilidade de tornar a nossa sociedade um lugar em que as mulheres possam viver em paz. Queremos ser respeitadas, queremos ser amadas, queremos ser livres, queremos nos manter vivas".
Disse a primeira-dama Janja Silva em um discurso emocionado e com direito a lágrimas, ao abrir a solenidade de lançamento do Pacto Brasil de Enfrentamento ao Feminicídio. A iniciativa do governo Lula, chamada de “Todos por Todas”, busca unir os três poderes em ações coordenadas para prevenir a violência letal contra meninas e mulheres no país.