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cnn portugal
A crise entre Cristiano Ronaldo e Jorge Jesus ganhou um novo capítulo em Portugal. Segundo a CNN Portugal, o atacante do Al Nassr teria condicionado seu retorno à seleção portuguesa à saída do treinador do comando da equipe nacional.
O cenário contrasta com o discurso adotado por Jorge Jesus após a vitória de Portugal sobre a Noruega. O técnico minimizou o desgaste entre os dois e afirmou que Cristiano poderá voltar à seleção caso manifeste interesse.
“Não sei o que vai acontecer, para mim está tudo aberto. Ele tem que decidir a vida antes da convocação. Se estiver jogando e quiser estar na seleção nacional, pode voltar quando quiser, por que não?”, disse Jesus.
O treinador também classificou o episódio como um mal-entendido e sinalizou disposição para encerrar a divergência.
“Foi um mal-entendido, na minha opinião, é fácil de resolver. Da minha parte, está tudo bem”, afirmou.
A manifestação, porém, não teria alterado a posição de Cristiano Ronaldo. De acordo com o jornalista Rui Santos, o camisa 7 ficou “muito decepcionado” com as declarações de Jorge Jesus e não pretende retornar à seleção enquanto o treinador permanecer no cargo.
O episódio ganhou também repercussão fora do futebol. O presidente de Portugal, António José Seguro, saiu em defesa do atacante e criticou a maneira como Cristiano Ronaldo estaria sendo tratado.
“Não se pode tratar assim um homem que levou Portugal e sua cultura a todos os cantos do mundo”, afirmou.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Renan Santos
"O Flávio Bolsonaro já é o próximo presidente da república. O Bolsonaro já ganhou. Façam o que vocês quiserem aí. Não vou pedir para vocês votarem nem nulo, nem no fulano, nem no ciclano simplesmente porque não faz diferença".
Disse Renan Santos, candidato pelo partido Missão, em uma live na noite deste domingo (4), criticou a postura dos eleitores brasileiros, disse acreditar que o senador Flávio Bolsonaro (PL) será eleito presidente, afirmou que não vai apoiar ninguém no segundo turno e previu que o ex-presidente Jair Bolsonaro deve ser solto em um acordo do novo governo com o Supremo Tribunal Federal (STF).