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A Maternidade Climério de Oliveira, da Universidade Federal da Bahia e vinculada à Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (MCO-UFBA/Ebserh), registra redução no estoque de leite humano, insumo essencial para a alimentação de recém-nascidos prematuros e bebês internados na unidade.
No mês de janeiro, o Banco de Leite Humano (BLH) tem recebido, em média, 2,5 litros de doações por dia, volume considerado insuficiente para manter o atendimento regular.
A maternidade dispõe de estrutura para armazenar até 130 litros de leite humano, quantidade capaz de assegurar o abastecimento adequado da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Neonatal. No entanto, o estoque atual gira em torno de 40 litros, o que compromete a oferta necessária. “A demanda diária da UTI Neonatal é de aproximadamente 1.800 ml, mas, atualmente, estão sendo disponibilizados cerca de 800 ml”, afirma a enfermeira Carina Faray, que atua no BLH.
Atualmente, o Banco de Leite conta com sete pessoas doadoras ativas, número inferior ao necessário para atender à demanda da maternidade. A estimativa é de que, para garantir a regularidade do fornecimento, seriam necessárias ao menos 30 pessoas doadoras em atividade contínua.
O BLH da MCO-UFBA/Ebserh funciona em regime de porta aberta, oferecendo suporte a lactantes independentemente do local de nascimento do bebê. O serviço disponibiliza orientações, consultas, acompanhamento e encaminhamentos relacionados ao aleitamento humano, realizados integralmente na própria unidade.
DOAÇÃO
Para se cadastrar como doadora de leite humano, a pessoa deve estar em boas condições de saúde e apresentar exames de rotina atualizados, como hemograma, HIV, HTLV, sífilis, citomegalovírus e hepatites B e C. Caso não possua os exames, a equipe do Banco de Leite realiza a coleta domiciliar do material necessário.
A coleta do leite pode ser feita na residência da pessoa doadora, com apoio da equipe da maternidade e do Corpo de Bombeiros, por meio do programa Amigo do Peito. A frequência das coletas varia conforme a produção de cada pessoa, podendo ocorrer a cada dois dias ou semanalmente. O leite ordenhado deve ser recolhido em até dez dias após a primeira coleta, garantindo o processamento dentro do prazo de validade.
Para participar do programa de doação, o bebê da pessoa doadora deve estar em aleitamento exclusivo. O leite humano é reconhecido como o padrão ouro da alimentação infantil, contribuindo para o fortalecimento da imunidade, a redução do risco de doenças e promovendo benefícios tanto para o bebê quanto para a saúde de quem amamenta.
As pessoas interessadas em doar leite humano ou obter mais informações podem entrar em contato com o Banco de Leite Humano da Maternidade Climério de Oliveira pelo telefone (71) 3283-9264.
A Maternidade Climério de Oliveria (MCO), da Universidade Federal da Bahia (UFBA), começa, nesta quarta-feira, 03, o agendamento de quase 900 vagas para consultas médicas e multiprofissionais, exames de imagem e laboratoriais, entre outros. Os procedimentos serão realizados no sábado, dia 13 de dezembro, na última edição de 2025 do Dia “E” Ebserh em Ação – Agora Tem Especialistas.
A iniciativa nacional é capitaneada pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) em parceria com os ministérios da Educação e da Saúde e coordena ações nos 45 hospitais universitários federais da Rede, em todas as regiões do Brasil. O objetivo central é reduzir as filas de espera do Sistema Único de Saúde (SUS). Portanto, no dia da ação, serão atendidas apenas as pessoas agendadas, garantindo que pacientes que aguardam há certo tempo por atendimento de saúde especializado possam ter acesso ao cuidado necessário.
Serão ofertados:
Ultrassonografia (todas as modalidades)
Mamografia
Eletrocardiograma
Consultas Médicas (Mastologia + Planejamento Reprodutivo + Ginecologia + Clínica)
Preventivos (Enfermagem)
PEATE (Potencial Evocado Auditivo de Tronco Encefálico, exame eletrofisiológico não invasivo que avalia a atividade elétrica do sistema auditivo)
TAN-Teste (Triagem Auditiva Neonatal, popularmente conhecida como “teste da orelhinha”)
Consultas UMULTI (Fisioterapia + Psicologia + Serviço Social)
Laboratório
Para marcação de exames de laboratório: presencialmente no setor de marcação do laboratório; mamografia: presencial ou por telefone (71) 3283-9306 e demais consultas e exames: presencial ou por telefone (71) 3283-9269/9300. As marcações são de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. Os documentos necessários são: guia ou solicitação do exame, consulta ou procedimento; CPF; comprovante de residência; cartão SUS; e telefone para contato.
Dia “E” Ebserh em Ação – Agora Tem Especialistas
O Dia “E” faz parte do projeto Ebserh em Ação 2025, da Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), estatal vinculada ao Ministério da Educação (MEC). Trata-se de uma iniciativa estratégica com o objetivo de ampliar o acesso da população brasileira a cirurgias eletivas e procedimentos diagnósticos e terapêuticos em todo o país. Alinhado ao programa Agora Tem Especialistas, lançado pelo presidente Lula com o Ministério da Saúde, o projeto contribui diretamente para a redução das filas e do tempo de espera no Sistema Único de Saúde (SUS).
Desde seu lançamento, o Ebserh em Ação tem mobilizado os 45 hospitais universitários federais da Rede Ebserh, promovendo mutirões, turnos extras e envolvimento direto de residentes e graduandos(as), reforçando o compromisso com a formação profissional, o atendimento humanizado e as necessidades da população.
SERVIÇO:
Agendamento para o Dia “E” Ebserh em Ação – Agora Tem Especialistas na MCO-UFBA
Quando? A partir do dia 03 de dezembro (até a marcação de todas as vagas)
Horário? 8h às 17h
Onde? Maternidade Climério de Oliveria - R. do Limoreiro, 137, Nazaré, Salvador (BA)
A mortalidade materna é aquela que ocorre durante a gravidez, o parto ou até 42 dias após o parto. No Brasil, segundo o Observatório Obstétrico Brasileiro, foram 8.587 óbitos maternos registrados oficialmente entre os anos de 2016 e 2020. O atraso no reconhecimento de condições modificáveis, na chegada ao serviço de saúde e no tratamento adequado estão entre as principais causas, de acordo com o Ministério da Saúde.
Para sensibilizar profissionais e usuárias da Maternidade Climério de Oliveira (MCO-UFBA), da Rede Ebserh em Salvador, sobre o tema, a instituição realizará uma Exposição Dialogada sobre Mortalidade Materna nesta terça-feira (30). O evento é online e alusivo ao Dia Nacional da Redução da Mortalidade Materna (28 de maio).
A programação tem o objetivo de alertar sobre a importância de debater o tema e promover políticas públicas de assistência e acolhimento que garantam o bem-estar materno e fetal. Segundo a obstetra e presidente da Comissão Hospitalar de Mortalidade Materna (CHMM) da MCO-UFBA/Ebserh, Márcia Maria Pedreira da Silveira, a Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que de 88% a 98% das mortes maternas poderiam ser evitadas com o acesso oportuno às intervenções de emergência obstétrica vigentes.
Ela explica que isso envolve vários determinantes, desde aqueles considerados primários, como assistência básica e respeito à constituição, até os terciários, onde existe assistência especializada e tecnologia avançada. “Uma rede de assistência bem estruturada, que contemple um planejamento reprodutivo, acompanhamento de qualidade durante o pré-natal e assistência ao parto com identificação dos fatores de risco e intervenção em tempo hábil, promoverá uma diminuição das complicações durante o ciclo gravídico puerperal e, consequentemente, da mortalidade materna”, afirmou.
Ainda segundo a médica, é necessária a adoção de medidas mais amplas para melhoria da situação socioeconômica das mulheres e medidas internas do setor saúde, como organização do sistema de referência para atendimento às emergências obstétricas, assim como qualificação dos profissionais que prestam essa assistência e garantia de um parto seguro.
A Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), juntamente com outras agências e parceiros das Nações Unidas, lançou, em março deste ano, a campanha “Zero Mortes Maternas. Prevenir o Evitável” para incentivar os países da América Latina e do Caribe a reduzir a mortalidade materna, que aumentou em 15% entre 2016 e 2020.
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