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Sabrina Sato se manifestou publicamente, demonstrando indignação pela forma como Daniel Vorcaro e o então executivo do Grupo Globo, Frederic Kachar, falaram sobre ela e outras famosas em recentes conversas obtidas pela Polícia Federal. A artista classificou as falas em relação a ela e outras colegas como “irresponsáveis”.
Frederic Kachar, conhecido como Fred Kachar, era responsável por liderar operações dos jornais O Globo, Extra e Valor, além das revistas da editora do grupo, como Vogue e Marie Claire, assim como o Sistema Globo de Rádio, incluindo a rádio CBN. O Grupo Globo demitiu o ex-executivo nesta quinta-feira (15).
Em nota enviada à coluna Outro Canal, Sabrina Sato afirmou, por meio da sua assessoria, que nunca conheceu o ex-controlador do Banco Master e disse ainda que não possui qualquer relação com ele. “É inadmissível expor a imagem e a reputação de uma mulher com base em uma narrativa alheia à sua realidade. Manifestações desse tipo ferem a dignidade feminina e não devem ser naturalizadas nem servir de combustível para especulações”, diz o comunicado.
“Qualquer tentativa de envolver Sabrina nesses acontecimentos é repudiada. Sua trajetória, construída ao longo de anos de trabalho, merece ser tratada com responsabilidade e respeito”, concluiu a nota.
Nas mensagens apreendidas pela Polícia Federal, estão comentários feitos por Kachar em relação a atrizes da emissora e de convidados da edição de 2024 do Baile da Vogue, evento anual promovido pelo grupo.
O executivo, nas mensagens obtidas, mencionava Sabrina Sato, Deborah Secco e Monique Alfradique. Tanto Kachar quanto Vorcaro mantiveram relações com Alfradique no passado. “Elas estavam para jogo”, disse Kachar, enquanto Vorcaro afirmou que Deborah Secco “estava feia”.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Geraldo Alckmin
"Nós temos que fazer a economia crescer, o PIB crescer, o emprego crescer, e segurar a despesa. Aí você melhora a relação dívida/PIB".
Disse o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin (PSB) ao defender a realização de um ajuste fiscal, porém com foco em cortes de privilégios e "super salários", criticando a possibilidade de penalizar aposentados e a classe média.