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cirurgia em catu
Uma decisão obriga prefeitura de Catu, no Agreste baiano, a realizar uma cirurgia corretiva em um cachorro. Segundo o Ministério Público da Bahia (MP-BA), o animal foi vítima de um procedimento malsucedido por um veterinário contratado pela prefeitura. O fato ocorreu no dia 19 de setembro do ano passado.
O cachorro passava por uma cirurgia ortopédica que resultou em graves sequelas, como o posicionamento incorreto do osso fraturado, causando sofrimento contínuo para o cão. Diante disso, o juiz Gleison dos Santos determinou que o município garanta a realização da cirurgia e também providencie todo o tratamento médico pós-operatório, o que inclui exames e medicações necessárias para a recuperação do animal.
Autor da ação, o promotor Smory Santos declarou que o pedido foi feito à Justiça devido ao fato de a tutora ter buscado auxílio da prefeitura, mas que a mesma não deu retorno.
"Entretanto, o município manteve-se omisso, não adotando medidas concretas para reparar o dano causado", destacou o promotor Samory Santos, autor da ação. Na sentença, o Município também foi obrigado a comprovar, nos autos do processo, o cumprimento integral da decisão.
Curtas do Poder
Pérolas do Dia
Gabriel Galípolo
"Esse é um tipo de comportamento que não é desejável, que deve ser coibido e inibido pelos reguladores e pela gente, por isso que a gente vem trabalhando muito com o FGC, numa sucessão de medidas".
Disse o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo ao criticar a pressão de instituições não bancárias para usar o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) na captação de varejo.