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O deputado federal Félix Mendonça Filho, comentou as últimas movimentações políticas envolvendo o União Brasil e a sua sigla, especificamente no caso da vereadora Débora Régis, que deixou o PDT para se filiar ao União Brasil, para disputar a prefeitura em Lauro de Freitas, na região metropolitana de Salvador. O parlamentar criticou a aliança firmada entre alguns partidos que integram a base do prefeito Bruno Reis. A entrevista aconteceu nesta segunda (22), no programa Bahia Notícias no Ar, da Salvador FM 92,3, apresentado por Maurício Leiro e Rebeca Menezes.
Segundo Félix, o problema entre PDT e União Brasil é grande. “Não é por ser uma candidata em Lauro de Freitas, não que Lauro não mereça, o que aconteceu, podia ser em Camaçari, podia ser em Xique-Xique, em qualquer município. Você tem um candidato e aí em prol de fazer um tal de um cinturão 44, na região metropolitana, este que está mais para bambolê do que para cinturão. Você fazer um cinturão 44, quer dizer que não precisa de partido aliado. Os outros partidos que estão em Simões Filho, Lauro de Freitas, Camaçari, Dias D’ávila, basta o 44? Não precisa de mais ninguém, o União Brasil por si só está satisfeito? Pois se ele diz que só serve ele na cabeça de chapa e você tem um candidato que vem no PDT, seguindo, firmes nas disputas internas e aí depois que a candidata do PDT tá melhor, puxa ela para o União Brasil? Para ser uma representante fictícia? Só para constar como se fosse do União para fazer número só? Eu acho que se ela quisesse voltar a ser candidata pelo PDT, a gente diria que ela ficasse por lá, pra mim não é assim, se voc? está num partido, é porque acredita no que ele representa”, disse o deputado.
Em entrevista ao Podcast Projeto Prisma, do Bahia Notícias, na tarde desta segunda (22), o deputado federal Paulo Azi, afirmou que o Cinturão 44 na Região Metropolitana não foi planejado, mas vai se consolidar nas eleições. Na oportunidade, Azi afirmou que essas alianças são fruto das administrações que o União Brasil tem feito, sobretudo em Salvador. “Isso reflete nos municípios, especialmente os da RMS. O grande trabalho que o prefeito Bruno Reis, que já ocorreu no passado com ACM Neto, influência nos municípios”, disse o deputado federal.
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Pérolas do Dia
Jaques Wagner
"Eu acho que nós temos muito a trocar. Essa é uma civilização milenar, que tem muito a ensinar com o salto que eles deram aqui em 40 anos. Você pega uma cidade como essa, que há 50 anos era uma aldeia de pescadores com 20 mil habitantes. Hoje tem 17 milhões de habitantes. Você anda por aqui e não vê um papel no chão, não vê uma sujeira, um teatro espetacular, um prédio todo novo. Parabéns pra eles por terem conseguido. E muita gente do Brasil, que tem preconceito, devia dar um pulo aqui. Porque eu vejo as pessoas falando: 'ah, mas eles são comunistas'. Eu não sei o que quer dizer isso. Mas se comunismo é isso aqui, é um sucesso".
Disse o senador Jaques Wagner ironizou, nesta terça-feira (5), ao comentar as críticas que são feitas à China e o preconceito pelo país se declarar comunista. O senador está em Shenzhen, no Sul chinês, e acompanhou a última apresentação da turnê do Neojiba - Núcleos Estaduais de Orquestras Juvenis e Infantis da Bahia, projeto que ajudou a fundar.