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A cientista Dra. Jaqueline Goes, conhecida por seu trabalho no sequenciamento do genoma do novo coronavírus, foi anunciada como a vencedora do Prêmio Inspiradoras 2023, na categoria “Mulheres na Ciência”. A premiação, promovida em parceria entre Universa e o Instituto Avon, tem como objetivo celebrar mulheres notáveis que estão moldando o cenário brasileiro com suas contribuições.

Essa nomeação de Dra. Jaqueline como finalista já havia ressaltado a importância de sua pesquisa no cenário científico contemporâneo. Agora, como vencedora, sua jornada e realizações destacam ainda mais sua relevância como uma cientista baiana que está ativamente moldando o futuro da pesquisa no Brasil. Além disso, o prêmio reconhece sua representatividade no campo científico como uma mulher negra, servindo de inspiração para futuras gerações de cientistas, especialmente mulheres negras.

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Taís Araújo não irá mais interpretar a cientista brasileira Joana D'Arc Félix no cinema. De acordo com informações do jornalista Luciano Guaraldo, do site notícias da tv, a atriz ainda está no projeto, mas deve interpretar outra personagem ou ficar apenas na produção. Taís teria deixado o papel depois de ser criticada por ter um tom de pele mais claro que o da personagem. "Eu não era a pessoa mais adequada", destaca.
"É algo curioso, porque às vezes você pensa que é uma pessoa instruída, e mesmo assim comete falhas. Eu reflito sobre isso o tempo todo. Quando anunciaram que eu ia fazer a Joana D'Arc, tiveram vários comentários criticando, falando 'Ela é muito clara'. E quando li aquilo vi que eles estavam totalmente certos", disse Taís.
A artista justificou que oferecer o papel para outra profissional é uma forma de ir até a raiz do problema. "Nosso país tem milhões de problemas, e essa atriz de pele mais escura deve estar cansada de ouvir que não pode fazer um ou outro papel porque não é adequado para ela. Nesse caso, o papel é absolutamente adequado, então ninguém vai dizer que ela não pode fazer".
Taís relatou que a experiência de receber críticas por ser "muito clara" ajudou a abrir seus olhos. "Percebi que nós temos de aprender todo dia, estar sempre evoluindo. Acho que essa inclusão ainda é um processo muito recente, e nós vamos cometer falhas, e vamos cometer excessos. É um caminho que nunca trilhamos, e que não sabemos onda vai dar. Mas com certeza vai ser para um mundo diferente, mais justo, porque nesse aqui, nós já vivemos demais e cansou", disse a atriz.
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Pérolas do Dia
Navi Pillay
"Talvez dividiria com Trump".
Disse a vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2026 nesta sexta-feira (9), a jurista sul-africana Navanethem "Navi" Pillay ao brincar com a reação do público e declarou que, se os aplausos continuassem, "talvez dividiria o prêmio com Trump". Em tom descontraído, a premiada questionou se o anúncio era real: "Como advogada e juíza, ainda quero verificar se tudo isso é verdade", brinca.